Filme de horror sobrenatural celebra o amor lésbico e a luta contra o preconceito
A diretora Alice Maio Mackay, conhecida por seu olhar sensível e inovador no universo do horror, retorna com seu sexto longa-metragem, The Serpent’s Skin. Este filme traz à tona uma narrativa que mistura elementos sobrenaturais com uma história de amor lésbica, ambientada em um cenário que desafia o preconceito e celebra a resistência queer.
Um mergulho no horror e no amor lésbico
Inspirado por clássicos dos anos 1990 como The Craft e Buffy: A Caça-Vampiros, The Serpent’s Skin acompanha Anna, uma jovem que foge de sua cidade pequena e transfóbica para buscar liberdade. Lá, ela encontra Gen, uma tatuadora gótica com quem desenvolve um relacionamento intenso e cheio de descobertas.
Porém, a história ganha tons sombrios quando um demônio é inadvertidamente libertado, ameaçando a segurança do grupo de amigos. Para enfrentar essa força maligna, Anna e Gen precisam confrontar seus medos e inseguranças, unindo forças em uma jornada que mistura magia, terror e afeto.
Representatividade e estética queer no horror
O filme destaca a importância da representatividade LGBTQIA+ no gênero do horror, trazendo personagens queer com profundidade e protagonismo. A estética gótica e a vibe dos anos 90 dialogam diretamente com a cultura alternativa, criando um ambiente que é ao mesmo tempo nostálgico e contemporâneo.
Com um elenco que inclui Alexandra McVicker e Charlotte Chimes, e roteiro assinado por Alice Maio Mackay e Benjamin Pahl Robinson, The Serpent’s Skin promete ser uma experiência cinematográfica que combina suspense, emoção e empoderamento.
Lançamento e eventos especiais
O filme será lançado em cinemas selecionados a partir de 27 de março e estará disponível on demand em 21 de abril. No Reino Unido, o longa será exibido no BFI Flare: Festival de Cinema LGBTQIA+ de Londres, um dos eventos mais importantes para o cinema queer.
Para a comunidade LGBTQIA+, The Serpent’s Skin representa mais do que um filme de horror: é uma afirmação de identidade, resistência e amor em tempos sombrios.
Ao unir terror e representatividade, The Serpent’s Skin amplia o espaço para narrativas queer no cinema de gênero, inspirando e fortalecendo quem busca se ver refletido nas telas. Esse tipo de produção reforça que o horror pode ser também um território de empatia e conexão para a comunidade LGBTQIA+.
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