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A Camisinha Assassina

Se existe algum limite para o mau gosto eu ultrapassei no Carnaval. Enquanto o mundo se divertia loucamente, umas amigas quase foram assaltadas na Augusta, assim como o último ônibus da linha que eu pego com freqüência, me entoquei. Não quis ver nem a chuva lá fora.

Aproveitei o tempo para filme e vídeo-game e um dos longas aos quais assisti foi um bem bizarro: "A Camisinha Assassina". Uma produção alemã de 1996 – mas com cara de anos 80 – passada nos inferninhos de Nova York.

A história é surreal. Num hotel da cidade alguns casos começam a surgir de homens que tem seus pênis arrancados por… bem… uma camisinha assassina. Um detetive gay começa a investigar o caso enquanto a mistura bizarra de látex com seres primitivos e mitocôndrias faz novas vítimas.
                                                     
O filme é longo, meio arrastado, mas tem lá seus momentos de graça. Tem bem a linha de "Christine, o Carro Assassino", com a diferença de não ser nenhuma força do mal a dominar o tal híbrido. O fim aliás guarda uma surpresa e uma mensagem difíceis de serem encontradas em filmes B do gênero.

Vendo o trailer lembrei daqueles filmetes fakes do Tarantino com o Robert Rodriguez que foram exibidos entre Planeta Terror e Grind House, sabe? Recomendo para quem estiver de bobeira. Quem sabe no próximo Carnaval?

Assistam sem preconceitos. E usem camisinha!

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