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Alanis Guillen celebra casal gay em ‘Três Graças’ e destaca representatividade

Atriz vibra com repercussão do romance LGBTQIA+ na novela e reforça a importância de se enxergar nas telas
Alanis Guillen celebra casal gay em 'Três Graças' e destaca representatividade

Atriz vibra com repercussão do romance LGBTQIA+ na novela e reforça a importância de se enxergar nas telas

No clima de comemoração pelos 100 capítulos da novela Três Graças, a atriz Alanis Guillen abriu o coração sobre o impacto da trama, especialmente sobre a representatividade do casal gay formado por sua personagem, Lorena, e Juquinha, vivida por Gabriela Medvedovski.

Celebrando o sucesso e a diversidade

Alanis revelou que a atmosfera nos bastidores está repleta de entusiasmo e gratidão, pois a novela tem alcançado um público amplo e diverso. “Está sendo uma alegria diária. A gente vem gravar com muita alegria, entusiasmo e preenchidos com o sentido dessa história”, afirmou, ressaltando que a recepção positiva da audiência é motivo de orgulho para toda a equipe.

O desafio de interpretar Lorena

A atriz contou que aceitou o papel justamente pelo desafio que ele representa. “Eu amo desafio. Fazer novela é sempre um desafio, ainda mais quando a personagem carrega temas contemporâneos com muita força”, explicou Alanis, destacando a complexidade e relevância da trama que toca em assuntos atuais e sensíveis.

O romance que representa e transforma

Surpresa com a inclusão do romance entre Lorena e Juquinha, Alanis celebrou a oportunidade de dar voz a uma história LGBTQIA+ na televisão aberta. “Quando me apresentaram a personagem, não tinha essa parte da história. Foi uma surpresa muito feliz, porque para mim é muito significativo representar isso”, disse a atriz.

Por que a representatividade importa?

Para Alanis Guillen, ver narrativas diversas nas novelas é essencial para que diferentes pessoas possam se reconhecer e se sentir representadas. Ela destacou a enxurrada de mensagens que tem recebido desde que o romance ganhou espaço na trama. “A gente precisa se enxergar. Estou me sentindo muito abraçada pelo público, de uma maneira linda e poderosa”, declarou.

A atriz também refletiu sobre a evolução da televisão aberta em abraçar essas histórias, apesar dos desafios históricos. “A forma como está sendo recebida é um presente”, afirmou, mostrando otimismo para o futuro da representatividade nas telas.

Essa celebração da diversidade em Três Graças não só traz visibilidade para a comunidade LGBTQIA+, mas também fortalece o diálogo social sobre aceitação e amor em todas as suas formas.

Ao colocar o casal gay no centro da narrativa, a novela provoca uma reflexão importante sobre a representatividade e o impacto emocional que essas histórias têm para quem, há muito tempo, buscava se ver refletido nas telinhas. É um passo vital para a normalização e o respeito às múltiplas identidades que compõem nosso Brasil.

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