Antes tarde do que nunca. Depois de dois ataques – registrados – contra jovens na avenida Paulista, a Polícia Militar decidiu reforçar o policiamento na região durante a madrugada.
Cerca de 30 PMs estão fazendo rondas próximos a boates gays e em ruas como Frei Caneca, desde segunda-feira (6). Durante o dia, o número de policiais permanece o mesmo: 60 na avenida e seu entorno.
No último domingo (05), um novo ataque foi registrado na Paulista. O operador de telemarketing Gilberto Tranquilini da Silva e um colega dele, ambos de 28 anos, relataram à polícia que foram vítimas de uma agressão nas proximidades da Estação Brigadeiro do Metrô.
Segundo Gilberto, a agressão foi motivada por homofobia. "Apanhamos porque somos gays. Enquanto batiam na gente, eles nos chamavam de veados e diziam para não andarmos abraçados", afirmou.
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