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Dinamarca autoriza doação de sangue gay

Foto: Allen Pollard/Ilustração.

Permanentemente proibidos de doar sangue na Dinamarca desde 1988, quando a epidemia de HIV/Aids estava no auge lá e no mundo, gays passarão a poder doar a partir de março deste ano.

A mudança da regra que há mais de 30 anos impede homens que mantêm relações sexuais com outros homens de doar sangue foi anunciada em 2018 pela ex-ministra da Saúde, Ellen Trane Nørby, mas continuou aplicada pelo novo governo.

Agora, as normas deverão ser alteradas conforme carta enviada ao Parlamento pelo ministro atual, Magnus Heunicke, embora sem data exata confirmada.

A nova regra, no entanto, exigirá que o doador esteja por, pelo menos, 4 meses sem ter tido relações sexuais com alguém do mesmo sexo.

No Brasil

Apesar das críticas, as normas brasileiras de doação de sangue não consideram o doador inapto por causa da orientação sexual homossexual.

No entanto, também se requer um período no qual a pessoa não poderá ter tido relações sexuais com outro homem: 1 ano. A norma nada diz sobre lésbicas ou mulheres que fazem sexo com mulheres.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ressalta que a decisão brasileira responde aos dados epidemiológicos: se, no geral, a incidência do HIV está em declínio na maior parte do mundo, a incidência entre homens que fazem sexo com homens parece estar aumentando em várias regiões.

Ainda segundo a Anvisa, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) estima que entre 0,4 e 0,7% da população geral brasileira viva com HIV/Aids. Quando se consideram, no entanto, apenas os homens que fazem sexo com homens, a proporção cresce para 10,5%.

Confira a nota técnica.

 

 

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