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“Eu não vi, não li. As pessoas me contaram”, diz Marta sobre propaganda que alfineta Kassab

Em sabatina realizada ontem pela Folha de São Paulo, a candidata à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy (PT), afirmou que não ficou sabendo com antecedência sobre sua propaganda eleitoral que questiona a vida privada do candidato Gilberto Kassab (DEM), seu adversário no segundo turno. Porém, considera "importante que as pessoas conheçam todo esse DNA" do atual prefeito.

A petista afirmou que a responsabilidade por suas peças comercias é do marqueteiro João Santana.  "A condução da campanha de televisão o marqueteiro faz, isso não compete a mim. (…) A decisão está na mão dele, como o Kassab disse que a dele também [estaria na mão do marqueteiro]. Se você quiser saber o que achei, eu não vi, não li. As pessoas me contaram, eu li, soube, não vi a campanha," disse.

Apesar de não ter visto, Marta defendeu a propaganda dizendo que "quando você tem candidato a um cargo de tão grande responsabilidade, é importante saber da trajetória e da biografia. Tenho uma vida absolutamente transparente, as pessoas sabem de onde vim, o que fiz, o que faço, e acho importante que as pessoas conheçam todo esse DNA do Gilberto Kassab".

Questionada se o estado civil de Kassab era relevante, Marta rebateu dizendo que "é tudo político [saber se o candidato é casado ou tem filhos]. É político, gente. A vida é política".

Sobre uma possível insinuação à homossexualidade de seu rival, em decorrências das perguntas feitas na propaganda, a candidata afirmou que não houve insinuação e se fez de desentendida: "Por quê? Você Acha?". Ao ouvir do jornalista que quem pôs a propaganda no ar foi sua campanha, Marta se esquivou dizendo que "foi uma pergunta como qualquer outra".

Afirmando ter sido a pessoa mais foi perseguida e discriminada na última década, Marta disse ser "contra o preconceito, da minha boca vocês não vão escutar nenhum preconceito. (…) Acho que estão interpretando além da conta", afirmou, justificando a propaganda: "É um direito, é o mínimo que a gente tem de saber. (…) Vocês perguntam até o que a pessoa come, aí não pode fazer pergunta se é casado?"

Tal discussão tomou quase um terço da sabatina, que teve duração de uma hora e meia.

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