Depois de Recife, foi a vez da Justiça de Goiás ordenar que Cartório de Registro Civil reconhecesse a dupla maternidade de um casal homossexual.
A criança ainda não nasceu, mas a juíza Vânia Jorge da Silva já determinou que o hospital e o cartório deverá reconhecer as duas mulheres como mães.
"Essa decisão é um marco para Goiás e para o Brasil. Mais do que reconhecer o direito das mães, reconhece e privilegia o direito do bebê atende ao princípio do melhor interesse da criança", comemorou Chyntia Barcellos, que é presidente da Comissão de Direito Homoafetivo da Seção de Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil e vice-presidente da Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB.
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