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Igreja ortodoxa russa declara: “parada gay é propaganda da homossexualidade”

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No final de janeiro, Yury Luzkhov, prefeito de Moscou, declarou ser contra a parada gay na cidade e chamou o evento de satânico. Dias depois, Vladimir Putin, presidente da Rússia, afirmou que embora não concordasse com a homossexualidade era seu dever como governante respeitar o direto das pessoas se manifestarem. aMilitantes russos afirmaram na ocasião que apelariam até para Corte Européia dos Direitos Humanos, a fim de realizar a parada. Tanto insistiram que conseguiram, a manifestação foi marcada para o dia 27 de maio. Mas parece que não é só do prefeito de Moscou que a Parada Gay da capital russa tem que agüentar manifestações homofóbicas e ofensivas. A Igreja Ortodoxa russa declarou considerar o desfile como “propaganda da homossexualidade” e apelou para as autoridades locais “escutarem a opinião pública” e vetarem a parada. Quem fez o apelo foi o porta-voz do patriarcado de Moscou, Vsevolod Chaplin. Segundo Chaplin a sociedade russa “recusa a propaganda pública do modo de vida dos homossexuais”. “Os homossexuais têm a possibilidade de ter sua própria vida, mas essa é uma escolha que só diz respeito a eles mesmos. Uma manifestação, ao contrário, tem um impacto sobre jovens e crianças e isso se torna um problema de toda a sociedade, que tem direito a exprimir sua opinião”, declarou o religioso. A União dos Cidadãos Ortodoxos, anunciou protestos massivos se houver a manifestação do orgulho gay.

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