Conheça homens reais perto de você

Quer conhecer caras agora? Vem pro Disponivel.com

  • ✔️ Perfis com vídeos, fotos e live cam
  • 📍 Encontros por proximidade
  • 🔥 Bate-papo por região 24h
Entrar grátis e ver quem tá online
Menu

A Capa é um portal LGBT+ com notícias atualizadas sobre cultura, entretenimento, política, diversidade e a comunidade LGBTQIA+. Confira os destaques de hoje.

in

Na Globo, militante Caio Ishida diz “estereótipo da TV” não representa transexuais

Militante do grupo Juntos!, Caio Fucidji Ishida participou do programa "Altas Horas", da TV Globo, para falar sobre a vivência de homens trans. Logo no começo, ele declarou que os "transexuais são pessoas invisíveis" e que o "estereótipo que a gente vê na TV" não condiz com a realidade trans.

+ Papa Francisco critica direitos LGBT em viagens

Durante a entrevista, que durou 12 minutos, o jovem declarou que desde "muito pequeno" não se "sentia confortável" em ser visto como uma menina, nem em espaços familiares e nem sociais.

"A escola foi muito difícil, pois não conseguia me adequar em brincadeiras de meninas e meninos". Ao ser questionado como foi o processo de se assumir homem trans, Caio declarou que teve a "sorte" de contar com o apoio familiar. "A minha família me apoiou. Hoje em dia eu me sinto muito respeitado na minha família", disse ele, que estava com o pai na plateia.

A transfobia e a dificuldade de encontrar emprego também foi abordada. "O lugar onde mais sofri preconceito foi procurando emprego. Eram trabalhos como garçom, telemarketing, onde olhavam a minha ficha e o meu currículo e diziam: 'Desculpa, mas a vaga não é para você". E apontou que a mudança do nome e gênero na documentação – que facilitaria a entrada no preconceituoso mercado de trabalho – ainda é muito burocrático.

"Hoje, a primeira coisa que você precisa para mudar o nome é de um laudo médico. E isso é complicado porque no momento que você pode ser quem você é, a sociedade passa a te tratar como um doente mental", declarou. "Muitas pessoas acham que é uma escolha ser transexual ou não. Mas eu não conseguia viver no meu corpo. Isso tem muito a ver com ser feliz. Mas como dá para ser feliz num país que mais mata a população transexual? A gente é excluído, marginalizado, mas a gente quer ser feliz e tem que lutar", frisou.

+ 15 imagens e frases que mostram preconceito no "Estatuto da Família"

Ao fim, Caio foi elegante ao responder a dúvida de uma menina da plateia, que perguntou por qual motivo muitos homens não querem se submeter à faloplastia (ou outros métodos cirúrgicos para ter um pênis) e não querem "ser homens completos". O militante só respondeu que está feliz com o atual corpo e que não vai se operar para adequar à sociedade. "O preconceito é que tem que ser ultrapassado, não sou eu que estou errado. A população também tem que nos respeitar, pois além de sermos muitos, só queremos ser quem somos".

Assista: 
 

Altas Horas – Transexualidade

Caio Fucidji Ishida, homem trans e militante do Juntos LGBT Juntos, representando a população trans no debate sobre transexualidade no #AltasHoras.

Posted by Markos Oliveira on Sábado, 26 de setembro de 2015

 

Conheça homens reais perto de você

Quer conhecer caras agora? Vem pro Disponivel.com

  • ✔️ Perfis com vídeos, fotos e live cam
  • 📍 Encontros por proximidade
  • 🔥 Bate-papo por região 24h
Entrar grátis e ver quem tá online
Sair da versão mobile