A ONU (Organização das Nações Unidas) elegeu duas Ongs para serem consultoras em assuntos relacionados à população GLBT. A canadense Coalisão de Gays e Lésbicas de Quebec e a Federação Sueca pelos Direitos de Lésbicas Gays Bissexuais e Transgeneros foram as organizações escolhidas para obter o status consultivo da entidade.
Com o reconhecimento, as Ongs passam a opinar sobre sua área de atuação no ECOSOC – Conselho Econômico e Social.
Em maio deste ano, Toni Reis e Beto de Jesus representaram a ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) em plenárias que ocorreram em Nova York e estiveram bem próximos de conseguir o status consultivo para a Ong brasileira. Mas o Egito adotou uma estratégia que acabou por adiar para o ano que vem a votação que reconhecerá o Brasil.
“Isso já tinha acontecido com a Federação Sueca [recém-aprovada]. A votação deles foi postergada por duas vezes consecutivas” revelou Beto de Jesus. O militante acredita que em janeiro próximo, quando acontece a votação da ABGLT na ONU, o Brasil alcance o mesmo reconhecimento.
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