A Ong gay Iraq GLBT publicou estudos mostrando que homossexuais continuam a ser executados no Iraque pelas milícias. Segundo o coordenador do grupo Ali Hili, os insurgentes estão assassinando jovens pelo simples fato de usarem short, ou seja, serem presumidamente gays. Em maio de 2006, o tenista olímpico Wissam Auda e seu treinador, Ahmed Rashid, foram mortos. “Grupos ligados ao primeiro-ministro Nouri al-Maliki’s formam o esquadrão antigay. Eles são representantes do movimento Muqtada al-Sadr e do Conselho da Revolução Islâmica”, disse Ali. O ativista revelou ainda que os homossexuais que vivem no Iraque sofrem ameaças de morte e são, muitas vezes, obrigados a deixar o País. A ONU tem comandado, sem sucesso, campanhas contra a violação dos direitos humanos.
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