A ONG Human Rights Watch revelou nesta semana um relatório que aponta que o Quirquistão é um dos países mais violentos contra homens transexuais e lésbicas.
Segundo a entidade, transexuais e lésbicas sofrem todo tipo de abuso, inclusive sexual, tanto em suas famílias quanto de estranhos no meio da rua. Baseando-se em entrevistas, a Human Rights Watch encontrou evidências de espancamento, casamentos forjados, e abusos físicos e psicológicos.
Agora, a ONG pede ao governo do Quirquistão que reconheça o problema e proteja as vítima e instituições européias que estão no país para combater a violência por orientação sexual e identidade de gênero.
O Quirquistão, ex-república soviética, está localizado na Ásia central, e tem mais de 5 milhões de habitantes. Apesar de a homossexualidade ser legal no país, os homossexuais são discriminados em todas as esferas da sociedade.
“É hora de o governo proteger essas comunidades ao invés de negar que elas existem”, disse Boris Dittrich, diretor do Programa de Direitos LGBT da Human Rights Watch.
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