Amanhã (20/08) acontece as eleições gerais na Austrália e um tema está tomando conta dos debates: a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Hoje, algumas regiões do país permitem o casamento gay.
No momento, os dois principais candidatos, a atual primeira ministra Julia Gillard e seu principal adversário, Tony Abbot, já declararam que são contra a união religiosa entre pessoas do mesmo sexo, mas afirmaram que os homossexuais devem ser respeitados.
Gillard disse que a "lei do casamento tem um status especial em nossa cultural" e que ela não pode ser alterada. Abbott ressaltou que, também apesar de ser contra a união gay, todas as pessoas devem ser tratadas com "dignidade e respeito".
O movimento gay australiano tem pressionado os dois candidatos, principalmente Gillard, que valorizou a historia cristã do país para referendar a sua posição contraria a união civil gay. Peter Fumess, ativista gay, se manifestou. "Nós exigimos saber o quão longe vai Gillard em nome dessa ‘herança cristã’, ela também vai banir o divórcio? O casamento inter-racial? O aborto? Suprimir os ateus?", questionou Fumess.
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