De Michael Jackson a Lady Gaga: os clipes mais assustadores para entrar no clima do Halloween LGBTQIA+
Quando o Halloween chega, nada melhor do que mergulhar em videoclipes que combinam com o clima sombrio da data, especialmente para a comunidade LGBTQIA+ que adora uma boa performance cheia de estilo e atitude. Desde os clássicos icônicos até produções mais recentes, a música sempre soube como trazer o terror e o drama para o centro do palco.
O pioneiro do terror musical: Michael Jackson
Não tem como falar de clipes assustadores sem começar pelo lendário “Thriller” de Michael Jackson. Com direção do mestre John Landis, o videoclipe de 1983 revolucionou a forma como o gênero era visto, trazendo zumbis dançantes, efeitos especiais incríveis para a época e uma narrativa que virou referência. A transformação de MJ em lobisomem e a coreografia dos mortos-vivos são momentos que ainda fazem todo mundo querer dançar na madrugada de Halloween.
Ícones modernos que abraçam o horror
Artistas como Billie Eilish, com “All Good Girls Go to Hell”, trazem uma crítica ambiental envolta em imagens apocalípticas e simbolismos de asas negras queimadas, refletindo um grito de alerta para o aquecimento global. Taylor Swift, por sua vez, no clipe “Look What You Made Me Do”, se transforma numa versão zumbi de si mesma, simbolizando renascimento e vingança com uma estética sombria e cheia de referências.
O terror divertido e o camp no pop
Nem só de horror pesado vivem os videoclipes assustadores: o Backstreet Boys, com “Everybody (Backstreet’s Back)”, mistura o terror clássico com um toque divertido, trazendo monstros icônicos em coreografias memoráveis. Lady Gaga, sempre inovadora, entregou “The Dead Dance” em parceria com Tim Burton, um verdadeiro baile de mortos-vivos em um cenário macabro e cheio de referências às bonecas assustadoras da Cidade do México.
O lado underground e experimental
Nine Inch Nails e Aphex Twin são mestres em criar atmosferas perturbadoras. O videoclipe “Closer”, do NIN, é um mergulho em imagens inquietantes e simbólicas que desafiam o espectador. Já “Come to Daddy”, de Aphex Twin, é um curta de terror psicodélico, com crianças demoníacas e uma criatura alienígena aterrorizante, que marca presença na memória de quem assiste.
O metal e o rock em sua forma mais sombria
Ozzy Osbourne, o Príncipe das Trevas, não poderia faltar nesta lista, com “Bark at the Moon”, onde ele assume a forma de um lobisomem em uma narrativa de horror clássico. Metallica, com “All Nightmare Long”, traz uma animação que mistura zumbis e armas biológicas, criando uma história de invasão apocalíptica. Rob Zombie, com “Dragula”, é a personificação do Halloween em vídeo, com referências a filmes de terror e um clima de festa macabra.
Mulheres poderosas no terror pop
Sabrina Carpenter em “Taste” mistura humor negro e gore em um clipe que lembra comédia de terror dos anos 90, enquanto Doja Cat em “Demons” incorpora uma criatura infernal que persegue a atriz Christina Ricci, criando um clima denso e fascinante. Rihanna, com “Disturbia”, entrega uma estética de pesadelo urbano com dançarinos de estilo fetichista e uma performance hipnótica.
Experiências visuais e artísticas
Florence + The Machine em “Everybody Scream” traz uma atmosfera de ritual na natureza, com dança e convulsões que evocam um transe coletivo. Kid Cudi em “Grave” explora o simbolismo do enterro vivo e a luta interna em uma produção introspectiva. Panic! At The Disco, por sua vez, em “Emperor’s New Clothes”, mostra uma transformação sombria e teatral, perfeita para quem ama o drama e a fantasia.
Esses videoclipes atravessam décadas e estilos, mostrando como o universo do horror e do Halloween dialoga com a música de diversas formas, sempre com muita criatividade, emoção e, claro, aquele toque de ousadia que a comunidade LGBTQIA+ tanto celebra. Prepare a pipoca, acenda as velas e mergulhe nessas obras que prometem arrepiar até os mais corajosos.
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