Um relatório recente revelou que mais de 2.500 mulheres lésbicas e trans no Chile denunciaram abusos desde 2002, motivados por sua orientação sexual, identidade ou expressão de gênero. Os dados foram divulgados por um grupo de defesa dos direitos humanos, o Movimento pela Integração e Libertação dos Homossexuais (Movilh), que classificou 33 desses casos como crimes de ódio. Em 2024, foram registrados 118 ataques lesbofóbicos ou transfóbicos contra mulheres lésbicas, bissexuais, pansexuais e trans. A porta-voz do Movilh, Javiera Zúñiga, destacou que, desde o início da documentação, foram registrados assassinatos, agressões físicas e verbais, violência doméstica e discriminação em ambientes de trabalho e educacionais, evidenciando a necessidade urgente de ações efetivas para proteger os direitos da comunidade LGBT no país. Essa situação alarmante sublinha a importância de promover um ambiente seguro e respeitoso para todas as identidades de gênero e orientações sexuais, destacando a luta contínua pela igualdade e respeito na sociedade.
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