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Bobby Berk revela: ‘Perdi dinheiro no começo de Queer Eye’

Designer dos Fab Five conta que salário inicial da Netflix era tão baixo que quase comprometeu sua carreira
Bobby Berk revela: 'Perdi dinheiro no começo de Queer Eye'

Designer dos Fab Five conta que salário inicial da Netflix era tão baixo que quase comprometeu sua carreira

O reality show Queer Eye conquistou o mundo com suas transformações emocionantes e representatividade, mas nem tudo foi glamour para os Fab Five nos primeiros anos. Bobby Berk, o talentoso designer de interiores que encantou os fãs com suas intervenções, revelou que no início da série ele chegou a perder dinheiro por causa dos baixos salários pagos pela Netflix.

O começo difícil no sucesso de Queer Eye

Lançado em 2018, Queer Eye rapidamente virou fenômeno, ganhando prêmios importantes como o Emmy e conquistando milhões de espectadores. Apesar do sucesso estrondoso, Bobby contou em entrevista recente que, nas duas primeiras temporadas, o pagamento da Netflix para ele e seus colegas era praticamente simbólico. “Basicamente, não nos pagavam nada”, afirmou.

Com um salário que não cobria nem as ausências do trabalho em sua própria empresa, Bobby explicou que ficava quase metade do ano fora, entre gravações e turnês de imprensa, o que prejudicava sua estabilidade financeira. Segundo reportagens da época, os Fab Five recebiam em torno de 7,5 mil dólares por episódio, um valor muito inferior ao de artistas de produções roteirizadas.

Parcerias e exposição: a moeda de troca para continuar firme

Mesmo com a remuneração abaixo do ideal, Bobby destacou que as temporadas seguintes trouxeram uma melhora e que, apesar de nunca terem sido muito bem pagos, o programa abriu portas para oportunidades de trabalho com marcas e empresas. Ele também comentou que, por causa dessas parcerias comerciais, algumas críticas surgiam entre os fãs, que reclamavam do excesso de divulgação.

“Eles diziam: ‘Ah, estamos cansados disso’. E a gente respondia: ‘Como você acha que continuaremos fazendo o programa se não ganhamos dinheiro com ele?’”, relembrou o designer. Essa honestidade sobre o bastidor financeiro dos Fab Five mostra a realidade por trás da fama e do sucesso.

Gratidão e legado para a comunidade LGBTQIA+

Apesar das dificuldades iniciais, Bobby Berk segue grato pelo impacto que Queer Eye teve em sua vida e carreira. Para ele, a exposição e o sucesso da série foram fundamentais para criar uma plataforma única, que vai muito além do entretenimento e promove a visibilidade e o empoderamento LGBTQIA+ em escala global. “Não se pode pagar por essa exposição. Tivemos muita sorte de alcançar um sucesso raro”, concluiu.

Assim, a história de Bobby reforça que, por trás das câmeras, os desafios são reais — mas a luta por reconhecimento e representatividade continua inspirando e transformando vidas.

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