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Academia de Drags desafia queens com musical e revela tensões históricas

Semifinalistas mostram talento vocal e enfrentam antigas rivalidades no palco da superação
Academia de Drags desafia queens com musical e revela tensões históricas

Semifinalistas mostram talento vocal e enfrentam antigas rivalidades no palco da superação

A semifinal da Academia de Drags foi um verdadeiro espetáculo de coragem, talento e emoção. As queens foram desafiadas a compor e apresentar um musical que narrasse suas trajetórias pessoais, revelando não só suas vozes poderosas, mas também suas histórias de superação.

Treinamento vocal com maestro e coral LGBTQIA+

Para preparar as performances, as participantes contaram com o apoio do maestro Ettore Veríssimo, conhecido por seu trabalho com o coral LGBTQIA+ do Brasil, que trouxe técnicas para decorar músicas, exercícios vocais e dicas para expressar emoção ao cantar. A tutora do episódio, a drag Alexia Twister, acompanhou todo o processo, reforçando a importância de entender o encaixe da voz na melodia.

Marvena, uma das queens, compartilhou a transformação que o maestro proporcionou: “O Ettore destravou uma dificuldade que eu tinha e me fez perceber que podia fazer aquilo o tempo todo”. As drags Aysha, Alalalulu, Morgante, Xaniqua e Marvena mostraram que têm gogó de sobra para brilhar no palco.

Desafio da velocidade e letras autorais

O desafio exigiu que cada queen falasse sobre suas dificuldades na arte drag e apresentasse um número musical com letra própria, focada na superação desses obstáculos. A rapidez da melodia e o tamanho das letras testaram o preparo vocal e a criatividade das semifinalistas.

Xaniqua, por exemplo, tentou criar uma música curta, mas acabou com uma letra extensa e rápida demais para decorar em pouco tempo. “Vi que as outras fizeram letras de dois ou três parágrafos, eu tentei, mas a minha era muito rápida. Então pensei em fazer um rap ou algo mais no estilo cheerleader”, contou.

Tensões antigas vêm à tona

Além do desafio artístico, a semifinal foi palco de emoções à flor da pele, especialmente entre Xaniqua e Morgante, que carregam uma rivalidade desde uma competição de 2019, quando Xaniqua deu seus primeiros passos na arte drag e venceu Morgante. As versões sobre a origem do ressentimento são diferentes, mas o conflito estava evidente.

Porém, desta vez, as queens conversaram nos bastidores, trazendo um desfecho diferente para a antiga treta. O momento foi de vulnerabilidade e aprendizado, mostrando como o reality é também um espaço para cura e crescimento pessoal.

Onde assistir

O episódio completo da semifinal da Academia de Drags está disponível no Canal UOL na TV às segundas-feiras, às 22h30, com reprises aos sábados às 21h. Também pode ser assistido no YouTube dos canais Splash e Academia de Drags a partir das 11h de segunda-feira.

O Canal UOL está acessível em diversas operadoras e plataformas, incluindo Claro, Vivo TV, Sky, Oi TV, TVRO Embratel, Zapping, Samsung TV Plus, Pluto TV, UOL Play, TCL Channel e LG Channels.

Essa semifinal da Academia de Drags não foi só um desafio vocal, mas um verdadeiro encontro de histórias e emoções que ecoam na comunidade drag e LGBTQIA+. Ver as queens confrontarem seus medos, celebrarem suas trajetórias e ainda lidarem com velhas rivalidades mostra a potência do drag como ferramenta de resistência e autoexpressão. É um lembrete de que, mesmo em competição, a sororidade e o diálogo podem transformar conflitos em crescimento coletivo.

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