in

Ilia Malinin brilha no campeonato americano de patinação artística

Com performance impecável, 'Deus dos Quádruplos' encanta e lidera caminho para Olimpíadas de Inverno
Ilia Malinin brilha no campeonato americano de patinação artística

Com performance impecável, ‘Deus dos Quádruplos’ encanta e lidera caminho para Olimpíadas de Inverno

Na noite de 8 de janeiro de 2026, Ilia Malinin, o jovem prodígio da patinação artística no gelo, deixou o público e os jurados maravilhados com uma apresentação impecável no programa curto do Campeonato Americano de Patinação Artística, realizado em St. Louis, Estados Unidos. Com apenas 21 anos, Malinin consolidou sua posição como favorito absoluto para conquistar seu quarto título consecutivo e chegar com tudo para as Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina.

Com uma pontuação impressionante de 115,10 pontos, Malinin superou em quase 25 pontos seu mais próximo adversário, Tomoki Hiwatashi, mostrando que seu talento transcende o esporte. A música que embalou sua performance foi a trilha do jogo de ação e aventura “Prince of Persia: The Lost Crown”, cenário perfeito para seus movimentos fluidos e cheios de emoção.

A consagração do “Deus dos Quádruplos”

Conhecido como o “Deus dos Quádruplos”, Malinin entregou uma sequência técnica de tirar o fôlego: abriu com um quádruplo flip perfeito, deslizou para um triplo axel com elegância e finalizou seus saltos com um quádruplo lutz seguido de um triplo toe loop. Para além da técnica, ele ainda encantou a plateia com um backflip e seu famoso “raspberry twist”, um movimento que se tornou sua marca registrada.

O momento mais emocionante foi a chuva de pelúcias do personagem Banguela, do filme “Como Treinar o Seu Dragão”, que os fãs lançaram na pista. Malinin estrela uma campanha publicitária para o remake live-action da Dreamworks e revelou que Banguela é como seu animal espiritual, tornando a homenagem ainda mais especial e afetiva.

Competição acirrada e novos talentos

Além de Malinin, a disputa pelo pódio segue intensa. Tomoki Hiwatashi, de 25 anos, vem em ascensão e garantiu a segunda colocação com 89,26 pontos, deixando para trás Jason Brown, veterano de 31 anos que tenta sua terceira ida às Olimpíadas e conquistou a terceira posição com 88,49 pontos. Brown se destaca não pelos saltos mais complexos, mas pela qualidade artística e pela emoção que transmite em programas como sua versão renovada do clássico “Riverdance”.

Outros competidores como Maxim Naumov e Andrew Torgashev também lutam por uma vaga na equipe olímpica, mostrando que o futuro da patinação americana está em boas mãos.

Ritmo e emoção na dança no gelo

Na dança no gelo, Madison Chock e Evan Bates dominaram o ritmo com uma performance inspirada em Lenny Kravitz, conquistando a melhor pontuação da temporada: 91,70 pontos. Os campeões mundiais buscam quebrar o recorde de sete títulos nacionais consecutivos e são favoritos para o ouro olímpico. Seus concorrentes mais próximos, Emilea Zingas e Vadym Kolesnik, impressionaram com uma energia contagiante ao som de Bell Biv DeVoe, marcando sua presença como a nova promessa da dança no gelo americana.

Para a comunidade LGBTQIA+, a trajetória de Malinin e de outros atletas que expressam identidade, estilo e emoção no gelo ressoa profundamente. A arte da patinação, com sua combinação de técnica e performance, serve como palco para celebrar diversidade e autenticidade, inspirando pessoas a serem fiéis a si mesmas e a brilharem com orgulho.

O espetáculo proporcionado por Ilia Malinin vai muito além das medalhas: ele representa a coragem de ser único, a busca incansável pela perfeição e a beleza de se expressar através do movimento. Para a comunidade LGBTQIA+, que valoriza cada conquista de visibilidade e representatividade, essa jornada no gelo é um convite para sonhar alto e celebrar a liberdade de ser.

Que tal um namorado ou um encontro quente?

Evento reúne artistas queer para promover visibilidade e cultura vibrante na capital paulista

Festival LGBTQIA+ celebra diversidade com arte e inclusão em São Paulo

Conheça as lições da rainha pop que transformou talento e reinvenção em um império bilionário

Beyoncé bilionária: 4 estratégias para uma carreira de sucesso duradoura