Cantora é acusada injustamente por estúdio em caso sobre música usada no filme ‘Smurfs’
Rihanna, ícone pop e símbolo de representatividade, está no centro de uma controvérsia envolvendo o filme Smurfs (2025), que mistura animação com live-action. A artista interpreta Smurfette e canta a música “Anyone”, que virou peça-chave em uma disputa judicial entre o estúdio Paramount Pictures e o compositor RØMANS, cujo nome verdadeiro é Sam Romans.
Segundo o processo movido por RØMANS, a Paramount usou sua canção no longa-metragem sem pagar os direitos autorais nem obter sua aprovação. O compositor alega que, mesmo após negociações iniciais em 2022, o estúdio ignorou sua autorização e utilizou a música em cenas importantes do filme, além de não ter incluído a faixa em nenhuma trilha sonora comercial. Para piorar, a Paramount teria culpado Rihanna pelo estouro do orçamento da produção, que perdeu cerca de US$ 80 milhões nas bilheterias.
O jogo de empurra entre estúdio e artista
O advogado de RØMANS acusou o estúdio de agir como uma criança que, ao ser descoberta, tenta desviar a culpa. Em nota, afirmou que a Paramount decidiu “punir” o compositor e infringir seus direitos autorais por estar frustrada com os custos relacionados à participação de Rihanna no filme.
O documento revela ainda que a produtora disse estar “muito frustrada” com o dinheiro gasto com Rihanna e que não teve retorno adequado, justificando a falta de pagamento ao compositor por conta dos gastos excessivos com a cantora.
Rihanna: de musa a vítima de uma disputa injusta
Para a comunidade LGBTQIA+, Rihanna representa muito mais do que uma estrela pop: é um símbolo de força, autenticidade e empoderamento. Ver seu nome envolvido numa controvérsia que tenta desviar a responsabilidade do estúdio para a artista é um lembrete cruel dos desafios que pessoas LGBTQIA+ enfrentam, mesmo quando estão no topo.
Essa situação ressalta a importância de reconhecer e respeitar os direitos criativos e humanos de todos os envolvidos, especialmente daqueles que, como Rihanna, carregam o peso de representatividade e inspiração para milhões.
Além disso, a questão levanta um debate sobre como grandes estúdios ainda podem agir de forma negligente e injusta com colaboradores e artistas, colocando interesses financeiros acima da ética e do respeito.
Em um momento em que a comunidade LGBTQIA+ busca cada vez mais visibilidade e justiça, essa história serve como um chamado para fortalecer as vozes e proteger os direitos daqueles que representam diversidade e autenticidade no entretenimento.
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