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10 hits inesquecíveis que completam 10 anos em 2026

Relembre músicas que marcaram 2016 e ainda tocam corações na comunidade LGBTQIA+
10 hits inesquecíveis que completam 10 anos em 2026

Relembre músicas que marcaram 2016 e ainda tocam corações na comunidade LGBTQIA+

Se você é apaixonade por música pop, prepare-se para uma viagem no tempo. Em 2026, diversas faixas lançadas em 2016 completam uma década, provando que são verdadeiros hinos que continuam ressoando, especialmente na comunidade LGBTQIA+. Artistas como Rihanna, The Weeknd e Beyoncé trouxeram não só batidas contagiantes, mas também mensagens poderosas e representatividade que ecoam até hoje.

O impacto de 2016 na cultura pop

2016 foi um ano repleto de lançamentos icônicos, que ultrapassaram fronteiras e moldaram o cenário musical. Músicas como “Work”, da Rihanna com Drake, ou “Starboy”, de The Weeknd com Daft Punk, dominaram as paradas e conquistaram multidões ao redor do mundo, inclusive em Toronto, Canadá, cidade natal do The Weeknd. Essas faixas marcaram uma geração e continuam sendo trilhas sonoras de momentos de celebração, amor e resistência dentro da comunidade LGBTQIA+.

Hits que viraram trilha sonora da vida queer

Vamos relembrar alguns desses clássicos que completam 10 anos em 2026:

  • “Pillowtalk” – Zayn: O primeiro single solo do ex-One Direction trouxe uma sensualidade crua e uma vulnerabilidade que conquistou fãs LGBTQIA+ ao redor do mundo. O clipe, estrelado por Gigi Hadid, traz uma estética que mistura intimidade e arte.
  • “Work from Home” – Fifth Harmony feat. Ty Dolla Sign: Com um refrão chiclete e um clipe divertido, essa música virou hino para quem valoriza a autonomia e a força feminina, temas muito presentes na luta por direitos LGBTQIA+.
  • “Work” – Rihanna feat. Drake: Um dos maiores sucessos de Rihanna, essa faixa mistura ritmos caribenhos com letras que falam sobre a complexidade dos relacionamentos. O empoderamento e a autenticidade da cantora fazem dessa música uma referência para muitas pessoas queer.
  • “Formation” – Beyoncé: Um manifesto visual e sonoro, “Formation” celebra o orgulho negro e a resistência, além de abordar questões de gênero e identidade, fortalecendo a voz LGBTQIA+ negra.
  • “We Don’t Talk Anymore” – Charlie Puth feat. Selena Gomez: Um dueto sobre término e arrependimento, que toca corações e mostra a delicadeza das emoções, tão importantes nas narrativas queer.
  • “Treat You Better” – Shawn Mendes: Com uma mensagem de cuidado e valorização, essa música ganhou ainda mais significado com a história de amor do cantor com Camila Cabello, inspirando fãs LGBTQIA+ a buscarem relações saudáveis.
  • “Let Me Love You” – DJ Snake feat. Justin Bieber: Uma batida eletrônica envolvente que conquistou as pistas, trazendo à tona a celebração do amor sem barreiras.
  • “That’s What I Like” – Bruno Mars: O ritmo envolvente e a letra sobre oferecer o melhor da vida para quem se ama fazem dessa música um convite para a autoaceitação e o prazer.
  • “One Dance” – Drake feat. Wizkid e Kyla: Com influências do dancehall e afrobeats, essa faixa dominou as playlists globais e se tornou uma celebração da diversidade cultural, muito presente na comunidade LGBTQIA+.
  • “Starboy” – The Weeknd feat. Daft Punk: Um marco na carreira do artista canadense, essa música representa a transformação e o poder do estrelato, temas que reverberam na busca por identidade e reconhecimento dentro da comunidade queer.

O legado desses hits na comunidade LGBTQIA+

Esses 10 hits que completam 10 anos em 2026 não são apenas músicas; são verdadeiros marcos culturais que ajudaram a construir espaços de pertencimento e expressão para pessoas LGBTQIA+. Suas letras, clipes e performances desafiaram padrões, celebraram a diversidade e inspiraram autoconfiança.

Em especial, faixas como “Formation” e “Work” mostraram como a música pode ser uma ferramenta poderosa para discutir raça, gênero e sexualidade, temas que dialogam diretamente com as vivências queer. Além disso, o protagonismo de artistas como Rihanna e Beyoncé fortaleceu a representatividade negra dentro da comunidade LGBTQIA+, trazendo visibilidade para identidades muitas vezes marginalizadas.

Reviver essas músicas é celebrar uma década de resistência, amor e liberdade. Elas continuam pulsando nas pistas, nas playlists e nos corações, lembrando que a música é um espaço seguro e transformador para todxs.

Para a comunidade LGBTQIA+, esses hinos são mais do que nostalgia; são lembretes de que nossa história e cultura também são feitas de sons que nos abraçam, nos fortalecem e nos fazem dançar, sempre com orgulho e autenticidade.

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