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Schlagerstar Christian Anders acusa Rihanna de plágio milionário

Cantor alemão reivindica até 50 milhões por semelhanças com hit 'Lift Me Up'
Schlagerstar Christian Anders acusa Rihanna de plágio milionário

Cantor alemão reivindica até 50 milhões por semelhanças com hit ‘Lift Me Up’

O mundo da música acaba de ganhar um capítulo surpreendente que mistura gerações e estilos. Christian Anders, um ícone do schlager alemão com mais de cinco décadas de carreira, levantou a hipótese de que Rihanna, diva global do pop, teria se apropriado de seu trabalho em seu sucesso “Lift Me Up”, lançado em 2022.

Uma acusação que atravessa décadas

Com 81 anos, o artista austríaco que conquistou fãs no universo do schlager afirma que o refrão da música da estrela caribenha apresenta semelhanças evidentes com seu clássico “Sechs Uhr früh in den Straßen”, de 1972. Apesar da distância de mais de 50 anos entre as composições, Anders garantiu ter analisado cada nota e encontrou coincidências demais para serem meras coincidências.

“Ela canta praticamente Christian Anders. Cada nota do refrão é minha composição!”, declarou o cantor, que já consultou um advogado e avalia entrar com uma ação judicial que pode envolver uma indenização na casa dos 50 milhões de euros.

O que motivou a suspeita

Foi um fã que acionou a esposa do músico, chamando sua atenção para a semelhança entre as músicas. A partir daí, Christian Anders ouviu atentamente os dois hits e confirmou suas suspeitas. Ele destaca que, embora sete notas semelhantes possam ser permitidas por lei, no caso de “Lift Me Up” essas notas aparecem repetidamente, o que, em sua visão, configura um plágio claro.

“Lift Me Up” foi composto por um produtor dinamarquês e ganhou destaque internacional ao integrar a trilha sonora do filme “Pantera Negra: Wakanda Forever”, conquistando prêmios e altas posições nas paradas musicais.

Implicações e repercussão

Até o momento, Christian Anders ainda não decidiu se levará o caso adiante, mas a possibilidade de uma ação judicial milionária já está no radar. Para a comunidade musical e fãs, o episódio levanta questões sobre originalidade, inspiração e direitos autorais, especialmente em um contexto onde a música pop global se mistura com influências diversas e antigas.

Para o público LGBTQIA+, que sempre valoriza a diversidade e a justiça nas artes, esse caso reforça a importância de reconhecer e respeitar as raízes e criações dos artistas, independente de sua origem ou gênero musical. Afinal, a música é uma linguagem universal que deve unir, e não dividir, celebrando a pluralidade de vozes e histórias.

Mais do que um possível litígio, essa história destaca a tensão entre tradição e modernidade, mostrando que o passado musical ainda ecoa forte no presente. Para a comunidade LGBTQIA+, que muitas vezes luta por visibilidade e direitos, a defesa da autoria artística também é um símbolo de afirmação e respeito cultural. O debate está aberto e promete mexer com os bastidores da indústria e com as emoções dos fãs ao redor do mundo.

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