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Freida McFadden revela quem é fora dos livros

Autora de A Empregada contou que usou pseudônimo por mais de uma década para proteger sua carreira na medicina; entenda.
Freida McFadden revela quem é fora dos livros

Autora de A Empregada contou que usou pseudônimo por mais de uma década para proteger sua carreira na medicina; entenda.

Freida McFadden entrou nos assuntos mais buscados do Brasil nesta quarta-feira, 9 de abril, após revelar em entrevista ao USA Today sua identidade verdadeira. A autora de A Empregada, fenômeno recente nas livrarias e também no cinema, contou que seu nome real é Sara Cohen e que manteve o pseudônimo por mais de dez anos para não comprometer seu trabalho como médica em hospital.

A notícia ganhou tração por aqui porque A Empregada já vinha surfando uma onda forte de popularidade entre leitores brasileiros, especialmente nas redes, nos clubes de leitura e no mercado de thrillers escritos por mulheres. Com a adaptação cinematográfica em evidência e uma continuação já confirmada para 2026, qualquer nova informação sobre a escritora naturalmente vira assunto.

Por que Freida McFadden estava escondendo o nome real?

Segundo a própria autora, a decisão de publicar como Freida McFadden tinha um motivo bastante prático: separar a carreira literária da profissão que ela considerava sua atividade principal. Sara Cohen atua no tratamento de distúrbios cerebrais e afirmou que não queria que a vida como escritora interferisse em sua rotina no hospital.

Na entrevista, ela disse que chegou a um ponto da carreira em que se cansou de manter esse segredo. Também revelou estar exausta das especulações sobre quem seria de fato: havia gente questionando se ela era uma pessoa real ou até sugerindo que o nome escondia mais de um autor. Ao tornar pública sua identidade, Cohen afirmou que não tem nada a esconder e reforçou que sempre foi honesta com os leitores.

Outro detalhe que chamou atenção foi o comentário sobre sua imagem pública. McFadden contou que usa óculos e explicou que as perucas com as quais aparecia em eventos não eram exatamente uma estratégia para alimentar o mistério. Segundo ela, a escolha tinha mais a ver com indecisão estética do que com um plano elaborado de disfarce.

O que muda para os fãs de A Empregada?

Na prática, quase nada. A autora deixou claro que continua sendo a mesma escritora e que prefere seguir sendo chamada pelo pseudônimo Freida McFadden. Ou seja: o nome real veio à tona, mas a assinatura literária permanece.

Ela também explicou que, inicialmente, pretendia revelar sua identidade apenas depois de se afastar totalmente da medicina. Isso, porém, foi mudando com o tempo. Desde 2023, pouco depois do sucesso explosivo de A Empregada, ela passou a trabalhar no hospital apenas uma ou duas vezes por mês. Nesse processo, seus colegas acabaram descobrindo sua vida dupla — e, segundo a autora, reagiram de forma positiva.

O momento da revelação também coincide com uma fase especialmente forte da carreira. Além da série protagonizada por Millie Calloway, que já soma três livros e um conto, McFadden assinou outras sagas, como Dr. Jane McGill e Prescription: Murder. No cinema, a franquia de A Empregada segue em expansão: uma sequência já está confirmada e deve entrar em produção ainda em 2026, com expectativa de retorno de Sydney Sweeney, do diretor Paul Feig e da roteirista Rebecca Sonnenshine.

Por que esse anúncio repercute tanto no Brasil?

Existe um componente óbvio de curiosidade pop, mas não só. O mercado editorial vive um momento em que autoras de suspense psicológico e thriller feminino dominam listas de vendas, e Freida McFadden se tornou um dos nomes mais comentados desse movimento. Quando uma escritora tão lida revela que passou treze anos publicando sob outra identidade, isso mexe com a percepção do público sobre celebridade, privacidade e construção de imagem.

Para muita gente da comunidade LGBTQ+, o tema toca num ponto sensível e muito contemporâneo: a experiência de administrar identidades em espaços diferentes da vida. Claro, a história de McFadden não trata de orientação sexual ou identidade de gênero, e é importante não forçar paralelos. Ainda assim, a conversa sobre pseudônimo, proteção da vida privada e o cansaço de sustentar versões separadas de si mesma ressoa com leitores que conhecem, de formas distintas, a pressão de medir o quanto podem revelar em ambientes profissionais.

Na avaliação da redação do A Capa, a repercussão em torno de Freida McFadden vai além da fofoca literária. O caso mostra como sucesso, anonimato e exposição pública continuam em tensão na cultura digital. Em tempos de redes sociais, algoritmos e vigilância constante sobre a vida de figuras públicas, decidir quando e como se apresentar ao mundo também é um gesto de autonomia.

Por enquanto, a principal mensagem da autora aos fãs é simples: o nome verdadeiro mudou a percepção do público, mas não altera a obra. Para quem acompanha A Empregada, a revelação ajuda a entender melhor a mulher por trás do fenômeno editorial — sem apagar a persona literária que a transformou em best-seller.

Perguntas Frequentes

Qual é o nome verdadeiro de Freida McFadden?

O nome verdadeiro da autora é Sara Cohen, segundo revelação feita por ela em entrevista publicada em 9 de abril de 2026.

Por que Freida McFadden usava pseudônimo?

Ela afirmou que queria evitar que a carreira como escritora atrapalhasse seu trabalho como médica em hospital.

Freida McFadden vai deixar de usar esse nome?

Não. Apesar de revelar sua identidade real, a autora disse que quer continuar sendo chamada publicamente de Freida McFadden.


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