Finalistas da 18ª temporada falam sobre jornadas, edições e até DMs de Ariana Grande
A temporada 18 de RuPaul’s Drag Race está chegando ao ápice com seu top 3, e as rainhas Darlene Mitchell, Myki Meeks e Nini Coco abriram o coração em entrevista exclusiva, trazendo à tona momentos marcantes dessa trajetória glamourosa e cheia de desafios.
Reflexões sobre a jornada e os desafios
Desde o início da temporada, com 16 ex-campeãs marcando presença na estreia, até os instantes em que cada uma delas percebeu que poderia conquistar a coroa, as drag queens compartilharam suas emoções, as edições que mudaram a percepção do público e os momentos que viralizaram nas redes sociais. Revelações inéditas dos bastidores, que ficaram fora das câmeras, também foram destaque, dando uma visão mais humana e real da competição.
Discussões sobre edições e moda drag
Um dos temas mais comentados foi a famosa classificação “PPE” (que avalia Performance, Personalidade e Elegância), que gerou debates acalorados entre as finalistas. Além disso, elas demonstraram admiração e carinho pelos looks mais icônicos uma da outra, mostrando como a moda drag é uma linguagem poderosa para expressar identidade e criatividade.
A conexão com Ariana Grande e a criatividade
Um momento especial da conversa foi a revelação de que a cantora Ariana Grande segue as três finalistas nas redes sociais, e até trocou mensagens diretas com elas, o que trouxe uma dose extra de brilho e reconhecimento para as artistas. As queens também falaram sobre seus processos criativos e o que o público pode esperar do episódio final, prometendo um desfecho emocionante e cheio de surpresas.
Essa temporada do Drag Race não é apenas uma competição, mas uma celebração da diversidade, da resistência e do talento da comunidade LGBTQIA+. As histórias dessas drag queens inspiram e fortalecem a representatividade, mostrando que cada passo no palco é um ato de coragem e autoafirmação.
O impacto cultural do top 3 do Drag Race temporada 18 vai muito além do entretenimento: é um símbolo de visibilidade e empoderamento para pessoas LGBTQIA+ que buscam seu espaço e reconhecimento. A emoção, a autenticidade e a conexão com fãs ao redor do mundo reafirmam o poder transformador da arte drag na construção de uma sociedade mais inclusiva e amorosa.
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