Evento em Brasília reúne MDHC, Banco Mundial e UE para debater políticas públicas e desafios econômicos da exclusão LGBTQIA+
Na próxima quarta-feira (29), Brasília será palco de um importante encontro que coloca em pauta o custo da exclusão LGBTQIA+ no mercado de trabalho brasileiro. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em parceria com o Banco Mundial e a Delegação da União Europeia no Brasil, promovem o II Diálogos Internacionais LGBTQIA+: O Custo da Exclusão LGBTQIA+ no Brasil, das 9h às 11h, no auditório Celso Furtado, na Esplanada dos Ministérios.
Este evento surge como uma iniciativa pioneira para revelar dados inéditos que expõem o impacto econômico da exclusão da população LGBTQIA+ no ambiente profissional e suas consequências para o desenvolvimento social e econômico do país. A partir da pesquisa conduzida pelo Banco Mundial, serão apresentados números que ajudam a compreender a magnitude dessa exclusão e a urgência de políticas públicas mais eficazes.
Fortalecendo políticas públicas com base em evidências
Além da apresentação da pesquisa, o encontro será marcado pelo lançamento de uma publicação fruto da cooperação entre o governo brasileiro e a União Europeia. Essa publicação tem como foco o intercâmbio de boas práticas e o fortalecimento de políticas públicas que promovam a inclusão e o respeito à diversidade sexual e de gênero no Brasil.
O painel de diálogo reunirá representantes do governo, organismos internacionais e membros da sociedade civil, incluindo integrantes do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ e gestores da Comissão Nacional Intergestores da Política LGBTQIA+ (CNIP LGBTQIA+). Essa troca de experiências e debates visa construir estratégias baseadas em dados concretos para combater a exclusão e promover a equidade no mercado de trabalho.
Presenças confirmadas e credenciamento para imprensa
Entre as autoridades confirmadas estão a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello, e o ministro-chefe adjunto da Delegação da União Europeia no Brasil, Jean-Pierre Bou. O evento também contará com a participação de membros de conselhos e comissões dedicadas à defesa dos direitos LGBTQIA+.
Veículos de imprensa interessados em cobrir o evento devem realizar credenciamento prévio para garantir acesso, reforçando a transparência e a importância da divulgação dessas discussões para a sociedade.
Impactos da exclusão LGBTQIA+ no mercado de trabalho brasileiro
A exclusão da população LGBTQIA+ no mercado de trabalho não é apenas uma questão social, mas também econômica. A pesquisa inédita que será apresentada evidencia como a discriminação e a falta de inclusão geram perdas significativas para a economia do Brasil, ao limitar o potencial produtivo e a diversidade nas empresas e instituições.
Compreender o custo da exclusão é fundamental para que políticas públicas sejam desenhadas de forma estratégica, promovendo ambientes de trabalho seguros, igualitários e que valorizem a diversidade. O diálogo interinstitucional estimulado pelo evento busca justamente essa transformação, alinhada às demandas da comunidade LGBTQIA+ e às melhores práticas internacionais.
Serviço
- Evento: II Diálogos Internacionais LGBTQIA+: O Custo da Exclusão LGBTQIA+ no Brasil
- Data: 29 de abril de 2026 (quarta-feira)
- Horário: 9h às 11h
- Local: Auditório Celso Furtado, Bloco K, Esplanada dos Ministérios, Brasília (DF)
Contato para imprensa: imprensa@mdh.gov.br | (61) 2027-3538
Este evento representa um avanço crucial para a comunidade LGBTQIA+, pois traz à tona dados que não só expõem as barreiras enfrentadas, mas também pavimentam o caminho para políticas públicas mais inclusivas e eficazes. Ao colocar a exclusão LGBTQIA+ no centro do debate econômico e social, o MDHC, o Banco Mundial e a União Europeia reafirmam seu compromisso com a igualdade e a valorização da diversidade no Brasil.
Para a comunidade LGBTQIA+, iniciativas como essa são um sopro de esperança e reconhecimento, lembrando que o combate à discriminação é também um investimento no futuro do país. É fundamental que a sociedade civil, o setor privado e o governo sigam unidos para transformar esses dados em ações concretas que garantam dignidade, respeito e oportunidades iguais para todas as pessoas.
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