Um homem processou Sean “Diddy” Combs, alegando que foi vítima de assédio sexual durante uma festa em Miami em 2015, onde teria sido drogado e exposto a situações humilhantes na presença de celebridades como Beyoncé e Jay-Z. Joseph Manzaro, o autor da ação, afirma que foi levado à casa de Diddy em Star Island, onde foi forçado a usar uma máscara de pênis e foi tratado de forma degradante. Segundo o processo, Gloria Estefan teria solicitado uma ambulância após notar o estado do autor, mas foi impedida por Emilio Estefan. O processo descreve eventos chocantes, onde Manzaro alega ter sido exibido como um “castigo” e submetido a atos não consensuais. Diddy, por sua vez, negou veementemente as acusações, chamando-as de desonestas e infundadas, e expressou seu desejo de provar sua inocência em tribunal. Este caso se soma a várias outras alegações de má conduta sexual contra Diddy, que já enfrenta outros processos e acusações. O advogado de Jay-Z também se manifestou, afirmando que ele não estava presente na festa e que as alegações são infundadas, reforçando a ideia de que a busca por justiça deve ser baseada na verdade e não em narrativas distorcidas. Este caso levanta questões importantes sobre consentimento e responsabilidade em festas de alto perfil, especialmente dentro da comunidade LGBT, onde o respeito e a segurança são fundamentais. As alegações de Manzaro, se comprovadas, poderiam ter um impacto significativo sobre a percepção pública de figuras influentes e sobre a cultura de festas entre celebridades, destacando a necessidade de um ambiente seguro e respeitoso para todos os participantes.
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