Apresentadora usa estreia no GNT para cobrar representatividade no Supremo Tribunal Federal
Na estreia do seu novo programa “Ao Vivo”, no GNT, Angélica aproveitou o momento para fazer um apelo poderoso ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso, uma vaga será aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), e a apresentadora não hesitou em manifestar seu desejo para a próxima indicação.
Em uma fala direta e cheia de significado, Angélica pediu que o presidente escolha uma mulher para ocupar o cargo, ressaltando a importância de uma nomeação que reflita a diversidade e a justiça social. “Presidente Lula, escolha uma mulher. Seria muito legal. E uma mulher que possa fazer tudo de forma muito experiente, uma mulher séria, à altura do cargo também. E para dar um passo ainda maior, que seja uma mulher negra. Não é gentileza, é justiça”, declarou.
Representatividade em pauta
A fala da apresentadora ecoa um debate urgente no Brasil: a sub-representação feminina e negra no STF. Desde sua criação, o Tribunal contou com apenas três mulheres e nenhuma ministra negra até hoje. Em um país onde a maioria da população é formada por mulheres, especialmente negras, essa ausência evidencia desigualdades estruturais que precisam ser enfrentadas.
Além de Angélica, outras personalidades como a cantora Anitta também usaram suas redes sociais para reforçar esse pedido, destacando a importância de uma indicação que reflita a diversidade do país e valorize as mulheres qualificadas para o cargo.
Um passo decisivo para a justiça social
O pedido de Angélica não é apenas simbólico; é um chamado por justiça e equidade. A escolha de uma mulher negra para o STF representaria um avanço histórico na luta por direitos e reconhecimento, mostrando que o poder judiciário pode e deve ser um espaço plural e inclusivo.
Essa manifestação também reforça a força das vozes femininas e LGBTQIA+ na política e na sociedade, inspirando debates e mobilizações que buscam transformar a realidade brasileira para melhor.
Com essa nova vaga no Supremo, o Brasil tem a oportunidade de dar um passo significativo rumo à representatividade, legitimidade e justiça, valores essenciais para uma democracia verdadeira.
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