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Angélica vira assunto após revés na Justiça

Apresentadora teve pedidos negados em ação trabalhista no Rio e o caso voltou aos holofotes. Entenda por que o nome está em alta.
Angélica vira assunto após revés na Justiça

Apresentadora teve pedidos negados em ação trabalhista no Rio e o caso voltou aos holofotes. Entenda por que o nome está em alta.

Angélica voltou aos assuntos mais buscados do Brasil nesta quarta-feira (30), depois que vieram a público novos desdobramentos de uma ação trabalhista em andamento na 48ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. O processo foi movido por Jardelson Costa, ex-cuidador do pai da apresentadora, que cobra R$ 191.674,18 e alega vínculo de emprego sem registro.

O tema ganhou força no Google Trends porque envolve uma figura muito conhecida da TV brasileira e uma sequência de decisões judiciais desfavoráveis à artista. Segundo as informações divulgadas pela coluna de Daniel Nascimento, no O Dia, a defesa de Angélica tentou colocar o caso em segredo de Justiça, pediu a suspensão da ação e ainda recusou uma proposta de acordo apresentada durante audiência. Nenhuma dessas movimentações avançou.

O que aconteceu no processo trabalhista de Angélica?

De acordo com a ata da audiência realizada em março, a defesa da apresentadora solicitou inicialmente que o processo tramitasse sob sigilo. O juiz, porém, entendeu que não havia justificativa legal para restringir o acesso ao caso e negou o pedido. Apenas documentos internos, como procuração e carta de preposição, foram mantidos em confidencialidade.

Na mesma sessão, os advogados também pediram a suspensão do processo com o argumento de que seria necessário aguardar uma definição do Supremo Tribunal Federal sobre situações semelhantes. Esse requerimento igualmente foi rejeitado. O magistrado avaliou que esse tipo de paralisação não se aplica ao caso em questão, já que, segundo o entendimento citado na audiência, não existe contrato formal entre as partes.

Houve ainda tentativa de conciliação. A parte autora propôs encerrar a disputa por R$ 100 mil, com possibilidade de parcelamento. A defesa de Angélica recusou. Em seguida, o próprio juiz sugeriu um acordo nos mesmos moldes, mas a resposta permaneceu negativa. Sem entendimento, o processo segue seu curso normal.

Por que Angélica está em alta nas buscas?

O interesse em torno do nome de Angélica mistura três fatores que costumam impulsionar buscas no Brasil: celebridade, Justiça e bastidor de relação de trabalho. Quando uma apresentadora com décadas de presença na TV aberta aparece associada a uma ação trabalhista, o assunto naturalmente ultrapassa o noticiário jurídico e entra no radar do entretenimento.

Neste caso, a repercussão também cresceu porque a nova rodada de informações expôs uma sequência de negativas judiciais. Isso gerou curiosidade do público sobre o estágio real da ação, o valor pedido pelo ex-funcionário e os próximos passos do processo. A nova audiência já está marcada para 27 de julho de 2026, quando as partes deverão prestar depoimento presencialmente.

O que o ex-funcionário alega na ação?

Segundo o relato apresentado no processo, Jardelson Costa afirma ter trabalhado por anos como cuidador de idosos do pai de Angélica, sogro de Luciano Huck, em uma rotina contínua e com jornada definida, mas sem registro em carteira. Ele sustenta ainda que não recebeu integralmente direitos trabalhistas como férias, 13º salário, FGTS e verbas rescisórias.

Com base nessas alegações, o ex-funcionário pede indenização de R$ 191.674,18. Até aqui, o que houve foi a divulgação de decisões processuais e da manutenção do andamento da ação. Não existe, até o momento, decisão final sobre o mérito do caso.

O que esse caso revela sobre trabalho doméstico e cuidado?

Embora o assunto esteja sendo tratado no noticiário de celebridades, ele toca num ponto social importante: a formalização de quem trabalha com cuidado, especialmente em ambientes familiares. No Brasil, cuidadoras e cuidadores de idosos frequentemente enfrentam vínculos precários, informalidade e dificuldade para comprovar direitos, ainda que exerçam funções contínuas e essenciais.

Para a comunidade LGBTQ+, esse debate também importa. Pessoas LGBT+ estão presentes de forma significativa em ocupações de cuidado, serviço e trabalho informal, setores em que a vulnerabilidade trabalhista costuma ser maior. Quando um caso de grande visibilidade joga luz sobre registro, jornada e direitos, ele ajuda a ampliar uma conversa que vai muito além da fama.

Na avaliação da redação do A Capa, o interesse público nesse episódio não está apenas no nome de Angélica, mas no que a ação simboliza. Casos envolvendo figuras conhecidas costumam escancarar uma realidade antiga do mercado brasileiro: trabalho de cuidado ainda é, muitas vezes, invisibilizado e subvalorizado. É importante separar o fascínio pelo universo das celebridades do ponto central da discussão, que é o respeito à legislação trabalhista e à dignidade de quem presta esse tipo de serviço.

Perguntas Frequentes

Angélica perdeu o processo?

Não. Até agora, o que foi divulgado são decisões interlocutórias, como a negativa de sigilo e de suspensão da ação. O mérito do processo ainda será analisado.

Qual é o valor pedido pelo ex-funcionário?

Segundo a ação, Jardelson Costa cobra R$ 191.674,18 por verbas trabalhistas e indenizações relacionadas ao vínculo que alega ter mantido sem registro.

Quando será a próxima audiência?

A próxima audiência está marcada para 27 de julho de 2026, no Rio de Janeiro, com previsão de depoimento presencial das partes envolvidas.


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