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Ariana Grande cria gatilhos emocionais para viver Glinda em Wicked

Cantora e atriz revela como protegeu sua própria dor para interpretar papel desafiador no filme Wicked: For Good
Ariana Grande cria gatilhos emocionais para viver Glinda em Wicked

Cantora e atriz revela como protegeu sua própria dor para interpretar papel desafiador no filme Wicked: For Good

Ariana Grande, estrela pop e atriz, revelou recentemente um aspecto profundo de sua preparação para interpretar Glinda no aguardado filme em duas partes Wicked: For Good, adaptação do sucesso da Broadway. Para proteger sua própria vulnerabilidade, Ariana criou gatilhos emocionais que a ajudaram a não acessar diretamente suas dores pessoais durante as cenas mais intensas.

Uma Glinda com dor construída

Aos 32 anos, Ariana vem conquistando não só fãs da música, mas também elogios pela atuação que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. Ela compartilhou em entrevista que, embora seja uma pessoa que chora com facilidade na vida real, o desafio de expressar emoções profundas em cena exige uma estratégia cuidadosa. “Eu inventei gatilhos para Glinda para não ter que tocar no meu próprio sofrimento, porque certos temas do filme são muito próximos da minha vida”, contou.

Esse cuidado permitiu que Ariana desse vida a uma personagem que lida com conflitos complexos, sem se expor emocionalmente de forma prejudicial. O filme continua a história da bruxa verde Elphaba (interpretada por Cynthia Erivo) e sua relação com Glinda, que se distanciam após eventos marcantes em Oz. A produção aprofunda a humanidade dos personagens, mostrando que até os chamados “vilões” têm suas próprias dores e histórias.

Momentos que emocionam e humanizam

Uma das cenas mais tocantes mencionadas por Ariana é a transformação de Boq, um Munchkin, em Homem de Lata, após um feitiço que quase o mata. “É um momento muito doloroso e realizado lindamente. É tão importante vermos esses momentos humanizadores para os vilões, essas pessoas terríveis. Isso é o que torna Wicked tão especial, mostra como os perpetradores do mal foram vítimas”, explicou.

Ariana também é reconhecida por sua carreira musical, com hits como “Problem”, “Thank U Next” e “7 Rings”, além de dois Grammys. Sua trajetória começou na TV, em séries da Nickelodeon, e hoje ela segue dividindo seu talento entre a música e o cinema, com turnês internacionais que chegam até Londres.

Impacto para a comunidade LGBTQIA+

A representação de personagens complexos e multifacetados como Glinda e Elphaba é especialmente significativa para o público LGBTQIA+, que muitas vezes se vê na posição de lutar contra estigmas e preconceitos. A forma como Ariana Grande aborda seu papel, cuidando da própria saúde emocional enquanto entrega uma performance poderosa, reforça a importância do autocuidado na arte e na vida.

Além disso, Wicked, com sua narrativa sobre empatia e aceitação, ressoa profundamente com as experiências de muitas pessoas LGBTQIA+, que frequentemente enfrentam rejeição e precisam encontrar força na própria identidade. A coragem de Ariana em dividir suas estratégias emocionais traz uma camada de autenticidade e inspiração para toda a comunidade.

Em tempos em que representatividade importa mais do que nunca, a jornada de Ariana Grande em Wicked não é apenas sobre interpretar um papel, mas sobre dar voz a histórias que precisam ser ouvidas e sentidas com todo o coração.

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