Vídeo viral denuncia dispensa de gerente de longa data após cirurgia e levanta debate sobre condições de trabalho
Um vídeo no TikTok tem causado grande repercussão ao acusar Beyoncé de demitir seu gerente de palco e produção de longa data após um grave problema de saúde. A usuária @mairicool afirmou que seu pai, Terry Cooley, trabalhou lado a lado com a diva pop por mais de 20 anos antes de ser dispensado depois de sofrer um colapso e passar por cirurgia.
Segundo ela, Terry fazia parte da equipe de turnês desde a época do Destiny’s Child e seguiu firme durante a carreira solo da artista. O vídeo relata jornadas exaustivas de até 22 horas diárias em turnê, evidenciando o comprometimento do gerente com os espetáculos ao vivo de Beyoncé.
Após a piora da saúde e a necessidade de cirurgia, Terry teria sido demitido por não conseguir acompanhar o ritmo intenso das turnês. A denúncia também aponta que ele não recebeu indenização e enfrentou dificuldades financeiras durante as paralisações causadas pela pandemia, o que culminou na venda da casa da família. Hoje, ele estaria enfrentando desafios emocionais e econômicos.
Beyoncé, uma das artistas mais vendidas da história, finalizou recentemente sua turnê Cowboy Carter e ainda não se pronunciou oficialmente sobre as acusações. A equipe da cantora foi procurada para comentar, mas até o momento não houve resposta.
Repercussão e debate sobre os bastidores
Embora as alegações ainda não tenham sido verificadas formalmente, o caso reacendeu discussões importantes sobre as condições de trabalho dos profissionais que atuam nos bastidores da indústria musical. Muitos desses colaboradores dedicam anos à carreira dos artistas, mas frequentemente ficam invisíveis para o público e desprotegidos em momentos de vulnerabilidade.
A palavra-chave “problema de saúde” aparece como ponto central da controvérsia, pois expõe como questões médicas podem impactar diretamente a estabilidade profissional em setores tão competitivos e exigentes como o da música.
Reflexão sobre representatividade e cuidado
Para a comunidade LGBTQIA+, que valoriza o respeito, a solidariedade e a valorização das trajetórias de vida, casos como este trazem à tona a urgência de repensar o tratamento dado aos trabalhadores da cultura. A invisibilidade e a precarização no backstage refletem, muitas vezes, desigualdades que também afetam pessoas LGBTQIA+ dentro e fora dos palcos.
Esperamos que essa polêmica sirva de alerta para a necessidade de maior empatia e políticas que garantam direitos e dignidade a todos os envolvidos na construção dos espetáculos que tanto amamos. Afinal, o brilho dos holofotes só existe graças ao esforço coletivo de uma equipe inteira, que merece cuidado e reconhecimento.
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