Popstar compartilha foto de homens hassídicos jogando xadrez e reforça laços com tradições judaicas
Britney Spears, ícone pop que conquistou gerações, voltou a surpreender nas redes sociais ao compartilhar uma imagem que foge do comum em seu perfil: um grupo de homens hassídicos jogando xadrez, acompanhada da legenda “Eu gosto da barba!!!”. Essa postagem despertou curiosidade e gerou uma movimentação significativa entre seus milhões de seguidores, incluindo questionamentos sobre sua relação com a cultura judaica e, em especial, com o movimento hassídico Chabad.
Uma relação que vai além das aparências
Não é a primeira vez que Britney demonstra interesse pelas tradições judaicas. Já em 2003, a cantora revelou ter sido apresentada à Cabala, uma vertente mística do judaísmo, por Madonna. Ainda que tenha declarado ter abandonado a prática em 2006, Spears voltou a demonstrar essa conexão em 2021, ao publicar uma foto de sua nova tatuagem em hebraico, contendo um nome raro de Deus, comum em textos cabalísticos.
Seu fascínio ultrapassa o simbólico, chegando a momentos marcantes como sua visita ao Muro das Lamentações em Jerusalém, Israel, em 2017, quando foi recebida por uma multidão de fãs. Essa ligação especial evidencia um olhar respeitoso e uma busca por significado que dialoga com sua jornada pessoal e espiritual.
O impacto da postagem e a repercussão cultural
A imagem dos homens hassídicos jogando xadrez, compartilhada por Britney, não passou despercebida. Personalidades do meio judaico, como o comediante Eitan Levine e Dovid Bashevkin, diretor de educação do movimento juvenil ortodoxo NCSY, comentaram sobre a postagem, celebrando a divulgação positiva da cultura judaica para um público tão vasto.
Além disso, a cantora marcou uma conta associada ao Chabad, um grupo hassídico conhecido por sua atuação cultural e educativa, o que reforça a hipótese de que seu interesse ultrapassa a estética e contribui para a valorização das tradições judaicas em espaços digitais globais.
Celebridades e o fascínio pelo Chabad
Britney não está sozinha nesse encantamento. A supermodelo Naomi Campbell, por exemplo, já manifestou seu apreço pelo líder do movimento Chabad-Lubavitch, o Rebe, ao postar uma foto orando em seu túmulo, o Ohel, em 2019. Essas conexões mostram como o universo judaico hassídico exerce um magnetismo especial sobre artistas internacionais, promovendo diálogos culturais ricos e inesperados.
Para a comunidade LGBTQIA+ e fãs da Britney, essa ligação reforça o poder da diversidade e do diálogo intercultural, inspirando a celebração da identidade e espiritualidade em múltiplas formas. A cultura hassídica, com sua tradição única e profunda, encontra assim um espaço de visibilidade e acolhimento, ampliando horizontes e fortalecendo laços entre diferentes mundos.