Conheça homens reais perto de você

Quer conhecer caras agora? Vem pro Disponivel.com

  • ✔️ Perfis com vídeos, fotos e live cam
  • 📍 Encontros por proximidade
  • 🔥 Bate-papo por região 24h
Entrar grátis e ver quem tá online
Menu

A Capa é um portal LGBT+ com notícias atualizadas sobre cultura, entretenimento, política, diversidade e a comunidade LGBTQIA+. Confira os destaques de hoje.

in

cantor ed motta volta aos trends após confusão

cantor ed motta volta aos trends após confusão

Nome do artista ganhou buscas após briga em restaurante no Rio e revelação sobre o histórico do suspeito da garrafa; entenda o caso.

O nome do cantor Ed Motta voltou a subir nas buscas do Google no Brasil nos últimos dias por causa da repercussão de uma briga ocorrida no restaurante Grado, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro, na madrugada de 2 de maio. O caso ganhou nova dimensão depois que veio a público que o homem apontado pela Polícia Civil como responsável por lançar uma garrafa de vinho contra um cliente já havia sido preso em 2021, em Campinas, sob suspeita de importunação sexual.

Segundo informações publicadas por O GLOBO, o advogado Nicholas Guedes Coppi é investigado por ter arremessado uma garrafa de vidro durante a confusão envolvendo Ed Motta e pessoas que estavam em sua mesa. A vítima, um homem de 28 anos, procurou atendimento no Hospital Samaritano, em Botafogo, e depois foi à delegacia registrar o caso.

Por que o nome de Ed Motta está em alta?

A alta nas buscas tem relação direta com a circulação de vídeos da briga, com o depoimento de envolvidos e com a divulgação do histórico do suspeito apontado pela polícia. Em momentos assim, o interesse do público costuma crescer não só pelo nome famoso envolvido, mas também pelos desdobramentos judiciais e pelas imagens que passam a circular nas redes.

De acordo com a delegada Daniela Terra, titular da 15ª DP, na Gávea, Nicholas Guedes Coppi teria lançado a garrafa e também desferido socos contra a vítima. O caso é investigado como lesão corporal e deve ser encaminhado ao Juizado Especial Criminal, o Jecrim, por se tratar, em tese, de crime de menor potencial ofensivo.

As imagens de segurança descritas por O GLOBO mostram que Ed Motta se levanta e deixa o restaurante às 23h57. Pouco depois, pessoas que permanecem na mesa começam a discutir com outra mesa. Em seguida, uma mulher se exalta, depois um homem também se altera e, na sequência, o suspeito passa a discutir segurando uma garrafa de vinho. Às 0h04min13s, segundo a reportagem, o objeto é lançado.

O que aconteceu no restaurante do Rio?

O estopim do conflito teria sido a taxa de rolha, cobrança feita por restaurantes quando o cliente leva sua própria garrafa de vinho para consumo no local. Segundo os donos do Grado, o grupo do cantor reagiu mal à negativa de cortesia dessa taxa e passou a fazer provocações contra a equipe.

Em comunicado reproduzido pela reportagem, os proprietários do restaurante afirmam que houve agressões físicas, intimidação e condutas discriminatórias dirigidas a funcionários e clientes. Entre os relatos, estão xingamentos, referências pejorativas à origem nordestina de integrantes da equipe e insinuações sobre orientação sexual e vida privada de trabalhadores do local.

Esse ponto ajuda a explicar por que o episódio também mobiliza atenção para além da fofoca de celebridades. Quando um caso envolve humilhação pública, violência e insinuações sobre orientação sexual, ele toca em temas muito sensíveis para a comunidade LGBTQ+ e para qualquer debate sério sobre respeito em espaços de convivência. Restaurantes, bares e casas noturnas não podem ser territórios de constrangimento naturalizado.

Ao jornal, Ed Motta reconheceu que se excedeu, mas apresentou outra versão sobre sua participação. O cantor disse que a confusão começou com ele, afirmou que estava bêbado, admitiu ter jogado uma cadeira no chão e negou que a tenha arremessado contra um funcionário. Também declarou que já havia deixado o local quando a situação se agravou.

Quem é o suspeito e qual é o histórico citado?

Segundo a reportagem, Nicholas Guedes Coppi já havia sido preso em 2021 após acusações de importunação sexual em um bar de Campinas, no interior de São Paulo. Na ocasião, ao menos cinco mulheres prestaram depoimento. Duas delas, que trabalhavam como DJs no estabelecimento, relataram que ele apresentava sinais de embriaguez.

Uma das mulheres afirmou que foi segurada pelo braço, teve a mão beijada e depois foi encostada na cabine com aperto na cintura. Outra disse que o homem subiu na cabine, passou a mão em seu corpo e esfregou o pênis em suas costas. O dono do bar pediu que ele deixasse o local, o que, de acordo com os relatos, gerou nova confusão.

Na época, após audiência de custódia, a Justiça concedeu liberdade provisória mediante pagamento de fiança de R$ 5 mil e medidas cautelares, como a proibição de frequentar bares, boates e festas. A defesa negou as acusações, afirmando que ele não praticou importunação nem abuso.

O que já se sabe sobre a investigação?

A vítima relatou à polícia que jantava com familiares e amigos quando houve o desentendimento entre as mesas. Segundo seu depoimento, após Ed Motta sair do local, um homem com sotaque português o atingiu com um soco no rosto. Ao se dirigir à saída, esse mesmo agressor teria lançado a garrafa pelas costas, atingindo o lado esquerdo de sua cabeça e causando sangramento.

Os donos do restaurante afirmam ainda que a equipe tentou conter as agressões com o próprio corpo para evitar consequências mais graves. Também disseram que os envolvidos deixaram o estabelecimento antes da chegada da polícia.

Na avaliação da redação do A Capa, a repercussão do caso vai além do nome famoso no centro da história. Quando surgem relatos de violência combinados a ofensas sobre origem regional e insinuações sobre orientação sexual, o debate precisa sair do campo do entretenimento e entrar no da responsabilidade. Em um país onde a LGBTfobia foi equiparada ao crime de racismo pelo STF desde 2019, qualquer episódio com esse tipo de conteúdo discriminatório merece atenção pública e apuração cuidadosa.

Perguntas Frequentes

Por que Ed Motta está sendo tão buscado no Google?

Porque vídeos e novos detalhes da briga em um restaurante no Rio voltaram a circular, incluindo a identificação do suspeito de lançar uma garrafa contra um cliente.

Ed Motta foi acusado de jogar a garrafa?

Não. Segundo a investigação citada por O GLOBO, a polícia aponta outro homem da mesa como responsável pelo arremesso da garrafa. Ed Motta admitiu ter se descontrolado antes, mas disse que já havia ido embora quando a confusão piorou.

O caso envolve acusação de discriminação?

Sim. Em nota, os donos do restaurante relataram referências pejorativas à origem nordestina de funcionários e insinuações sobre orientação sexual e vida privada da equipe.


💜 Curtiu essa matéria? No Disponível.com você encontra milhares de perfis reais para conexões, amizades ou algo mais. Crie seu perfil grátis →

Sair da versão mobile