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Celesc aprova dividendo complementar da CLSC3

Celesc aprova dividendo complementar da CLSC3

As ações da elétrica catarinense entraram no radar após a assembleia validar proventos de 2025. Saiba quem recebe e quando.

A Celesc virou assunto entre investidores no Brasil após informar, na segunda-feira (4), que a assembleia realizada em 30 de abril aprovou a distribuição de proventos referentes ao exercício de 2025. A decisão envolve acionistas de CLSC3 e CLSC4 e ajuda a explicar por que o nome da companhia apareceu em alta nas buscas do Google.

Segundo o comunicado da empresa, o valor total aprovado foi de R$ 335,85 milhões. Desse montante, R$ 284,09 milhões correspondem à ratificação de juros sobre capital próprio já aprovados ao longo de 2025 pelo conselho de administração. Já os dividendos complementares somam R$ 51,77 milhões.

Por que a Celesc está em alta nas buscas?

O interesse em torno da Celesc cresceu porque decisões sobre dividendos costumam movimentar tanto o mercado quanto pequenos investidores que acompanham o calendário de pagamentos. No caso da companhia catarinense, o gatilho foi a confirmação formal, em assembleia, de como será feita a remuneração aos acionistas referente a 2025.

De acordo com as informações divulgadas, os juros sobre capital próprio aprovados anteriormente não terão atualização monetária e seguem sujeitos à incidência de imposto de renda, conforme a legislação em vigor. O pagamento será feito em duas parcelas: a primeira, equivalente a 50%, até 30 de junho de 2026; a segunda, também de 50%, até 30 de dezembro de 2026.

No caso dos dividendos complementares, a distribuição será de R$ 1,266433548 por ação ordinária e R$ 1,393076902 por ação preferencial. Têm direito os acionistas com posição acionária em 30 de abril de 2026. Assim como no JCP, o pagamento também será dividido em duas etapas, com datas-limite até 30 de junho e 30 de dezembro deste ano.

Quem recebe os proventos aprovados pela companhia?

Recebem os dividendos complementares os investidores que eram detentores de ações da Celesc na data-base de 30 de abril de 2026. Esse é um ponto importante para quem viu o nome da empresa em alta e tentou entender se ainda haveria tempo de entrar na base de recebimento: pela regra informada, o direito ficou vinculado à participação acionária naquela data.

Já a ratificação dos juros sobre capital próprio confirma pagamentos que haviam sido aprovados de forma trimestral ao longo de 2025 pelo conselho da empresa. Em outras palavras, a assembleia consolidou a política de remuneração já anunciada anteriormente e acrescentou o dividendo complementar como parte do fechamento do exercício.

O que isso significa para o investidor brasileiro?

Quando uma empresa estatal ou de economia mista do setor elétrico anuncia distribuição robusta de proventos, o mercado costuma reagir com atenção redobrada. Isso acontece porque companhias de energia frequentemente são vistas como nomes mais previsíveis em geração de caixa, o que atrai perfis interessados em renda recorrente.

No caso da Celesc, o anúncio também dialoga com um cenário em que muita gente busca alternativas de investimento fora dos produtos bancários tradicionais. Entre homens gays e demais pessoas LGBTQ+, esse tema tem ganhado espaço em conversas sobre autonomia financeira, planejamento de longo prazo e construção de patrimônio — especialmente em um país onde ainda existem desigualdades de renda, acesso e proteção social.

Vale lembrar: dividendos e juros sobre capital próprio não são a mesma coisa. Os dividendos são uma parcela do lucro distribuída aos acionistas. Já o JCP é uma forma de remuneração que, no Brasil, pode ter tratamento tributário diferente e, como a própria Celesc informou, sofre incidência de imposto de renda conforme a legislação vigente.

Na avaliação da redação do A Capa, o interesse repentino por Celesc mostra como educação financeira deixou de ser um assunto restrito ao mercado e passou a integrar debates mais amplos sobre segurança, independência e futuro. Para a comunidade LGBTQ+, que historicamente enfrentou barreiras no acesso a herança, estabilidade familiar e proteção patrimonial, entender notícias como essa também é uma forma de ampliar repertório e autonomia. Isso não substitui análise individual de risco, mas ajuda a ler o noticiário econômico com mais clareza.

Perguntas Frequentes

Quanto a Celesc aprovou em proventos referentes a 2025?

A assembleia aprovou um total de R$ 335,85 milhões, somando R$ 284,09 milhões em juros sobre capital próprio e R$ 51,77 milhões em dividendos complementares.

Quando a Celesc vai pagar os dividendos e o JCP?

Os pagamentos serão feitos em duas parcelas: 50% até 30 de junho de 2026 e os outros 50% até 30 de dezembro de 2026.

Quem tem direito ao dividendo complementar da Celesc?

Têm direito os acionistas que detinham participação acionária na companhia em 30 de abril de 2026, conforme informou a empresa.


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