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CEO da Live Nation diz que ingressos de shows estão subvalorizados

Michael Rapino destaca que o preço dos ingressos ainda não reflete a grandiosidade dos concertos e experiências ao vivo
CEO da Live Nation diz que ingressos de shows estão subvalorizados

Michael Rapino destaca que o preço dos ingressos ainda não reflete a grandiosidade dos concertos e experiências ao vivo

O CEO da Live Nation, Michael Rapino, provocou um debate importante ao afirmar que os ingressos para shows estão subvalorizados há muito tempo. Durante uma conferência promovida pela CNBC e Boardroom, ele comparou o preço dos ingressos de shows com o valor cobrado em eventos esportivos, ressaltando como a música ao vivo merece ser valorizada de forma semelhante.

Rapino destacou que, apesar dos aumentos recentes, o preço médio de um ingresso para um show gira em torno de US$ 72, o que ainda é baixo se comparado a eventos esportivos, onde é comum pagar milhares de dólares por um lugar na primeira fila. “Na música, as pessoas subestimam o valor… No esporte, é quase um orgulho pagar 70 mil dólares por um assento vip em um jogo do Knicks. Eles me criticam se eu cobrar 800 dólares para um show da Beyoncé”, afirmou.

A experiência grandiosa dos shows modernos

O executivo explicou que o aumento dos custos está diretamente ligado ao investimento na experiência proporcionada pelos artistas. Ele citou exemplos como as turnês de Taylor Swift e Beyoncé, que demandam uma logística imensa, com dezenas de caminhões transportando equipamentos e uma produção que se assemelha a um grande evento esportivo como o Super Bowl.

Segundo Rapino, artistas muitas vezes abrem mão de uma parte significativa dos lucros para entregar um espetáculo inesquecível: “Você ouve falar de faturamentos de 100 milhões de dólares, mas o artista pode ficar com apenas 30%, investindo 70% na produção do show”.

Desafios e controvérsias no mercado de ingressos

Além dos custos de produção, outros fatores impactam o preço dos ingressos, como o aumento das tarifas de transporte, seguros, e taxas extras para os compradores. Também persistem problemas com cambistas, apesar das tentativas de controle. O uso de preços dinâmicos, que ajusta o valor do ingresso conforme a demanda, tem gerado críticas e até ações judiciais contra empresas como a Ticketmaster.

Nos Estados Unidos, órgãos reguladores acusam a Ticketmaster e a Live Nation de práticas ilegais relacionadas à revenda de ingressos, o que reforça a discussão sobre a transparência e justiça nos preços cobrados dos fãs.

O olhar do consumidor e o futuro dos ingressos

No Reino Unido, o governo já anunciou medidas para limitar os preços praticados por cambistas e promover maior transparência. O ministro Chris Bryant afirmou que o foco é garantir um sistema justo para fãs e artistas, combatendo o aumento artificial dos preços causado por ansiedade e especulação.

Para o público LGBTQIA+, que valoriza cada oportunidade de celebrar cultura e diversidade em shows inesquecíveis, essa discussão sobre os ingressos é fundamental. Afinal, a música ao vivo sempre foi um espaço de acolhimento e expressão, e garantir acesso justo fortalece essa conexão vital entre artistas e fãs.

Enquanto a indústria busca equilíbrio entre custos e acessibilidade, fica o convite para refletirmos sobre o valor real que um show tem para nossas vidas e comunidades, e como podemos apoiar um cenário mais justo e inclusivo para todos.

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