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Cine Birita edição especial para Consciência Negra traz curta LGBT

Quais são as heranças da cultura afrodescendente e do nosso passado escravagista? A próxima edição do Cine Birita acontece no próximo dia 28, no Café dos Bancários, e traz quatro filmes que, de uma forma ou de outra, abordam a questão sob diferentes aspectos.

Um deles é o curta LGBT Close, da diretora Roseane Gurgel. O documentário apresenta Jéssica, Suyanne, Bruna e Nathália, que estão detidas na Unidade Prisional, localizada em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza – “um espaço, várias histórias, a mesma esperança compartilhada por todas: resistir e lutar pelo fim do preconceito”, como diz a sinopse.

“A ideia do nosso documentário foi promover a visibilidade para um assunto pouco explorado e comentado não só pela mídia, mas pela sociedade também. Precisamos abordar mais sobre os direitos LGBTs e negritude para pessoas que estão em liberdade, porém também para as que estão reclusas no sistema penal, principalmente por serem as mais vulneráveis da população prisional. É importante desmistificar algumas ideias que são colocadas sobre as travestis e transexuais que sempre estão ligadas à marginalidade, principalmente neste momento político e de disseminação do discurso de ódio nas redes sociais e nas ruas. E o cinema nos ajuda a reivindicar espaços para essas pessoas que mais têm seus direitos negados, que mais sofrem preconceito na sociedade”, declarou a diretora.

A mostra

Cine Birita é uma mostra de curtas-metragens que faz exibição de filmes em bares. No dia 28 de novembro, encerrando o Mês da Consciência Negra, a 6ª edição acontece no Café dos Bancários, que fica na Rua São bento, 413, centro de São Paulo. Na programação, além de Close, estão estes títulos:

O Barco – dir. Guilherme Areias e Ana Clara Costa – O filme conta a história da família de Jair, Janete e Pedro que, em contato com elementos que remetem às suas ancestralidades e à cultura afro-brasileira, lidam de formas diferentes, e nos convidam a construir outros imaginários sobre uma das matrizes culturais mais importantes do nosso país.

Cinema de Preto – dir. Danddara – No set de filmagens de sua cinebiografia, Adias Nascimento conversa com a equipe acerca da contribuição de artistas e técnicos afrodescendentes para o cinema brasileiro.

Eu preciso destas palavras escrita – dir. Milena Manfredini – O passado de Arthur Bispo do Rosario é praticamente desconhecido. Sabe-se apenas que era negro, marinheiro e pugilista. Em 1938 é internado na Colônia Juliano Moreira após um delírio místico. Com diagnóstico de esquizofrenia paranoide é iniciada sua peregrinação em busca do divino e da catalogação do universo.

O Café dos Bancários abre às 17h, e os filmes começarão a ser exibidos pontualmente às 19h30. A entrada é gratuita. Além dos cartões de débito e crédito, a casa também aceita os vales-refeição Alelo, Ticket, Sodexo, VR, Policard e Valecard.

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