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“Como a Seleção Mexicana Quebrou um Jejum Histórico na Liga das Nações da Concacaf e os Desafios Enfrentados Durante a Partida”

"Como a Seleção Mexicana Quebrou um Jejum Histórico na Liga das Nações da Concacaf e os Desafios Enfrentados Durante a Partida"
"Como a Seleção Mexicana Quebrou um Jejum Histórico na Liga das Nações da Concacaf e os Desafios Enfrentados Durante a Partida"

No último domingo, 23 de março de 2025, a seleção mexicana de futebol finalmente quebrou o jejum na Liga das Nações da Concacaf ao vencer a equipe do Panamá por 2 a 1, conquistando assim seu primeiro título na competição. O destaque da partida foi o atacante Raúl Jiménez, que marcou os dois gols que garantiram a vitória para o time treinado por Javier Aguirre. Com esses dois gols, Jiménez chegou a 39 gols com a camisa da seleção, tornando-se o terceiro maior artilheiro da história do México.

O primeiro gol saiu logo aos 8 minutos, após uma bela assistência de Roberto Alvarado, que abriu o placar e fez com que o jogo se tornasse ainda mais emocionante. O Panamá, que buscava desesperadamente o empate, conseguiu igualar o placar aos 45 minutos, através de um pênalti convertido por Adalberto Carrasquilla, depois de uma falta cometida por Johan Vásquez, que foi revisada pelo VAR.

No segundo tempo, o duelo continuou intenso, com o goleiro Luis Ángel Malagón fazendo defesas importantes para segurar a vantagem. Apesar de algumas oportunidades perdidas pelo atacante Santiago Giménez, que não conseguiu marcar, a equipe mexicana se manteve firme. No entanto, a partida foi marcada por um incidente lamentável: o grito homofóbico de torcedores mexicanos, que aconteceu em seis ocasiões durante o jogo. O árbitro interrompeu a partida aos 83 minutos para advertir os torcedores, ameaçando encerrar o jogo se o comportamento persistisse.

Quando parecia que a partida iria para a prorrogação, um pênalti a favor do México foi marcado aos 89 minutos, após uma mão clara de José Ángel Córdoba. Raúl Jiménez, em um momento decisivo, converteu o pênalti aos 90+2 minutos, garantindo a vitória e o título para a seleção mexicana.

Este jogo também foi um reflexo das mudanças táticas implementadas por Aguirre, que manteve a formação 4-4-2 utilizada nas semifinais, mas fez algumas alterações nos jogadores, buscando um ataque mais ofensivo contra um Panamá que jogou muito recuado.

Além disso, no jogo pelo terceiro lugar, o Canadá venceu os Estados Unidos por 2 a 1, encerrando a hegemonia americana na Liga das Nações, onde foram campeões nas três edições anteriores. A vitória canadense foi marcada por um desempenho dinâmico, enquanto a equipe dos EUA, sob a direção de Mauricio Pochettino, mais uma vez se mostrou sem um estilo de jogo definido.

Com essas vitórias, tanto o México quanto o Canadá demonstraram que estão prontos para continuar competindo em alto nível na Concacaf, trazendo mais orgulho e emoção para seus torcedores, e abrindo espaço para discussões sobre a diversidade e inclusão no esporte.

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