Em um ano repleto de desafios para a comunidade LGBTQ+ nos Estados Unidos, celebrado por muitos como um período de resistência e luta, as estrelas que participaram da 36ª edição dos Prêmios GLAAD Media não hesitaram em expressar suas opiniões sobre a situação política atual. Sob a liderança do presidente Donald Trump, os desafios enfrentados pela comunidade queer se tornaram ainda mais evidentes, levando a uma série de reações contundentes por parte de celebridades abertamente LGBTQ+.
Durante o evento, muitos artistas se uniram para criticar o Partido Republicano, destacando a preocupação com a obsessão dos políticos sobre questões que envolvem a comunidade LGBTQ+, enquanto ignoram problemas mais urgentes, como o bem-estar de suas próprias famílias. A performer Laganaja Estranja, por exemplo, comentou que “o comportamento retrógrado precisa ser revertido”. Já Morphine Love Dion fez uma observação incisiva sobre a maneira como a política tem se concentrado mais nas questões de gênero do que nas necessidades das crianças.
Outras vozes, como a de Ronen Rubinstein, enfatizaram a ideia de que a intolerância é frequentemente ensinada desde a infância, e que, no fundo, todos desejam ser amados e respeitados. Em um tom provocador, Brian Michael Smith afirmou: “Os direitos de vocês são os meus direitos; tudo que vocês tiram de mim, tiram de vocês mesmos”.
Esses momentos de afirmação e resistência na passarela do GLAAD mostram que, apesar das dificuldades, a comunidade LGBTQ+ continua a se unir e a lutar por seus direitos. A mensagem é clara: é hora de lutar de volta e exigir mudanças significativas na política, enquanto se celebra a diversidade e a inclusão. As palavras de ativistas e artistas não apenas ecoam nas paredes do evento, mas também reverberam em toda a sociedade, lembrando a todos que a luta por igualdade e respeito deve continuar.
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