Segundo reportagem da Folha de São Paulo deste sábado (25/10), Édson Flávio Nunes, companheiro do cabeleireiro Renato Soares, que morreu no acidente com o Airbus da Tam em Congonhas, em julho do ano passado, teve finalmente sua união reconhecida pela família da vítima.
Segundo a advogada Alessandra Gonzaga, após o reconhecimento da união, Édson abriu mão dos 50% da herança que lhe caberia. "Ele estava mais interessado no reconhecimento da união, por isso abriu mão dos bens. Era mais uma questão moral", disse.
O casal dividia o mesmo teto desde 2002. No entanto, a família de Renato "não aceitava a situação". Com sua morte, os familiares iniciaram o inventário e bloquearam seus bens. Foi a partir daí, que Édson resolveu pedir a justiça o reconhecimento da união estável entre os dois e, ter assim, 50% da herança de Renato – que consiste em um carro e valores de dinheiro em Banco.
Apresentando provas à justiça de que viviam juntos, Édson obteve, em junho deste ano, um terço da indenização paga aos familiares das vítimas do acidente. Os outros dois terços foram pagos à mãe e aos irmãos de Renato.
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