Em um vídeo emocional intitulado “57 e Quebrada”, a aspirante a atriz Celeste Gay compartilha suas dificuldades após deixar um emprego corporativo para seguir sua paixão pela atuação em Atlanta. A transição não saiu como esperado, resultando em dificuldades financeiras e arrependimentos. A professora Judith Gonyea, da Escola de Serviço Social da Universidade de Boston, comenta que as lutas financeiras de Gay refletem um problema mais amplo enfrentado por muitos adultos mais velhos nos Estados Unidos, especialmente mulheres e mulheres de cor. Gonyea explica que a discriminação etária, racial e de gênero, juntamente com o preconceito de aparência e a lacuna tecnológica, contribuem para que empregadores favoreçam candidatos mais jovens.
“Se você olhar as estatísticas, vemos quantos adultos mais velhos nos EUA enfrentam dificuldades econômicas, particularmente mulheres e mulheres de cor”, diz Gonyea. “A história de Gay ressoa porque muitas estão passando por situações semelhantes.”
As mulheres, em particular, enfrentam desafios adicionais ao buscar emprego mais tarde na vida. “Para pessoas como Celeste, se elas estiverem fora do mercado de trabalho por um período, retornar pode ser muito difícil, já que os empregadores frequentemente priorizam candidatos com experiências recentes”, acrescenta a professora. Além disso, ela destaca que as expectativas sociais sobre envelhecimento e aparência podem afetar negativamente como as mulheres mais velhas são percebidas em entrevistas de emprego.
A história de Celeste Gay não é apenas um relato pessoal, mas um reflexo das barreiras que muitos enfrentam na busca por oportunidades, evidenciando a necessidade de um diálogo mais amplo sobre inclusão e equidade no ambiente de trabalho para todos, independentemente da idade ou gênero.
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