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DJ Jazzy: a batida e identidade que reverberam na cena LGBTQIA+

Yasmine Byrne, DJ e ícone irlandesa, revela suas inspirações musicais e culturais antes de show em Cork
DJ Jazzy: a batida e identidade que reverberam na cena LGBTQIA+

Yasmine Byrne, DJ e ícone irlandesa, revela suas inspirações musicais e culturais antes de show em Cork

Yasmine Byrne, mais conhecida como DJ Jazzy, vem conquistando espaço e respeito na cena musical irlandesa e internacional. Aos 29 anos, esta artista de Crumlin, Dublin, tornou-se a primeira mulher irlandesa a liderar as paradas de singles em 14 anos com seu hit solo Giving Me. Além disso, em 2025, foi a DJ/vocalista feminina mais ouvida no mundo, com residências em Ibiza e performances em festivais gigantes como Glastonbury e Tomorrowland.

Inspirações que tocam fundo

Antes do aguardado show no Heineken Greenlight em Cork, DJ Jazzy compartilhou conosco os elementos que moldaram sua sonoridade e identidade. Entre suas maiores influências está Rihanna, cuja voz soul e presença icônica ressoam com a artista, que até recebe comparações à diva pop. A conexão vai além da música: é sobre autenticidade e força, algo fundamental para a comunidade LGBTQIA+ que busca representação verdadeira.

Além disso, Jazzy é fã do som tech house, destacando o DJ Richy Ahmed, cuja dedicação e paixão pela música inspiraram a jovem artista desde seus 18 anos. A energia vibrante dos sets de Amine Edge & DANCE, representantes do movimento G-House, também marcaram sua trajetória, assim como clássicos dos anos 90 como “Dreamer” do Livin’ Joy, que ela ainda gosta de tocar para levantar a vibe da plateia.

Cork: palco de conexões e celebração

Para DJ Jazzy, Cork tem um lugar especial no coração. A atmosfera das sessões por lá sempre foi calorosa e envolvente. Ela relembra momentos marcantes, como o pop-up surpresa com Belters Only e o show em Musgrave Park, onde dividiu o palco com Becky Hill, sentindo a energia animada de uma plateia que não se contém.

Raízes culturais e referências diversas

Além da música, Jazzy mergulha em outras formas de arte e cultura que alimentam sua criatividade. Ela é fã do filme Mulan, cuja história de coragem e quebra de padrões é um reflexo poderoso de resistência e autoaceitação — temas caros à comunidade LGBTQIA+. Também admira o humor seco da série americana The Office, que traz leveza e momentos emocionantes que a conectam ao público.

Seu interesse pelo mundo natural a leva a acompanhar documentários de David Attenborough, um convite para refletir sobre o desconhecido e valorizar a diversidade da vida, algo que ecoa em sua própria jornada. No campo da moda, a artista destaca a estilista irlandesa Rashhiid, cujo trabalho com peças de pele sintética e streetwear representa autenticidade e inovação.

Entre true crime e memórias musicais

DJ Jazzy também se interessa por documentários de true crime, como Don’t F**k With Cats, que exploram narrativas impactantes e inesperadas, mostrando sua curiosidade por histórias humanas complexas. Sua trajetória artística ainda é marcada por experiências no teatro musical local, como interpretar o violinista em Fiddler on the Roof, onde pôde unir talento e paixão pela música desde a infância.

A batida que une e transforma

Com uma carreira que reflete coragem, autenticidade e conexão profunda com seu público, DJ Jazzy traz à tona a importância da representatividade e do poder da música como ferramenta de expressão e inclusão. Sua trajetória inspira a comunidade LGBTQIA+ a celebrar suas identidades e a encontrar nas batidas uma voz coletiva que pulsa forte e vibrante.

O impacto cultural de artistas como DJ Jazzy vai muito além dos palcos: eles ajudam a construir espaços seguros e acolhedores, onde diversidade é não só celebrada, mas essencial. Em tempos de busca por pertencimento e visibilidade, sua arte reverbera como um chamado para que todas as pessoas LGBTQIA+ possam se reconhecer, se empoderar e dançar livres, com orgulho e amor.

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