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Documentário campineiro destaca a subcultura furry e é premiado no MT Queer

Produção brasileira celebra diversidade e acolhimento LGBTQIA+ na comunidade furry e conquista prêmio técnico no festival MT Queer
Documentário campineiro destaca a subcultura furry e é premiado no MT Queer

Produção brasileira celebra diversidade e acolhimento LGBTQIA+ na comunidade furry e conquista prêmio técnico no festival MT Queer

O documentário campineiro “Uma Chamada Furry” brilhou no cenário nacional ao conquistar o Prêmio Técnico na categoria Documentário e Especiais do festival audiovisual MT Queer, realizado em Cuiabá, Mato Grosso. A produção, que percorreu várias cidades brasileiras, mergulha na rica e diversa subcultura furry, um universo que une pessoas apaixonadas por personagens antropomórficos e que tem na inclusão LGBTQIA+ um de seus pilares mais fortes.

Uma jornada pelo universo furry no Brasil

Concebido pela diretora Paola Champi e pelo produtor cultural Paulo Pessôa Neto, o documentário é pioneiro ao registrar a comunidade furry brasileira em um média-metragem. Desde Campinas, São Paulo, a equipe viajou pelo país para entender o que significa ser furry no Brasil, mostrando as múltiplas identidades, expressões de gênero e orientações sexuais que coexistem neste grupo acolhedor e diverso.

Os furries são conhecidos por criar, vestir e interpretar personagens de animais com características humanas, que vão desde ícones da cultura pop até criações originais. Muito mais do que um hobby, a subcultura representa um espaço de acolhimento para pessoas LGBTQIA+ e neurodivergentes, promovendo empatia, arte e ativismo, especialmente em defesa dos direitos dos animais.

Representatividade e acolhimento queer em foco

Além de mostrar os encontros e convenções pelo Brasil, como os eventos em São Paulo, Sorocaba e Santa Maria, o documentário também aborda os desafios enfrentados pela comunidade furry, que muitas vezes sofre preconceitos e campanhas de desinformação. A obra evidencia a força da estética queer presente nas performances e produções artísticas do grupo, reforçando sua importância para a representatividade LGBTQIA+ no país.

Paola Champi, doutoranda em Artes na UNICAMP e diretora do filme, destaca que o projeto nasceu de seu Trabalho de Conclusão de Curso e busca dar voz a uma comunidade ainda pouco conhecida, mas que cresce rapidamente e se fortalece como espaço seguro e criativo para muitas pessoas.

Exibições e festivais

Após o sucesso em Campinas e a premiação no MT Queer, o documentário “Uma Chamada Furry” segue sua trajetória de exibições, com sessões confirmadas em Manaus, Amazonas, e em Goiânia, Goiás, durante o Furlloween. A produção convida o público a conhecer e entender a diversidade e a beleza desse universo, que celebra os animais antropomórficos e as múltiplas formas de ser e se expressar.

Com um olhar sensível e inclusivo, o documentário reafirma a importância de espaços culturais que acolhem e valorizam a pluralidade, especialmente no contexto LGBTQIA+, fortalecendo a visibilidade e o respeito às identidades diversas no Brasil.

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