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Donald Trump acusa estrelas de pagamentos secretos na campanha de Kamala Harris

Donald Trump acusa estrelas de pagamentos secretos na campanha de Kamala Harris

Ex-presidente pede investigação sobre supostos repasses ilegais a celebridades que apoiaram Harris em 2024

O ex-presidente Donald Trump lançou uma acusação bomba ao afirmar que celebridades de alto escalão receberam pagamentos secretos para apoiar a campanha presidencial de Kamala Harris em 2024. Entre os nomes citados estão ícones como Bruce Springsteen, Beyoncé e Bono, do U2, que, segundo Trump, teriam recebido dinheiro por meio de empresas privadas ou organizações afiliadas, em uma suposta manobra ilegal.

Acusações e reações

Em uma postagem inflamável em sua rede social, Trump questionou se Harris teria direcionado recursos para Bruce Springsteen em troca de aparições públicas em sua campanha, o que poderia configurar contribuições ilegais. Ele prometeu pressionar por uma investigação federal para apurar o caso.

Além dos citados, outros nomes como Cardi B, que negou ter recebido dinheiro, LeBron James, Lady Gaga, Jon Bon Jovi, Ricky Martin e a banda Mumford & Sons também foram mencionados como possíveis beneficiários desses repasses ocultos. Trump classificou essas ações como “não patriotismo, mas sim lucro pessoal”, acusando as celebridades de se aproveitarem do sistema político para ganhos financeiros enquanto escondem suas movimentações.

Contexto político e possíveis desdobramentos

Apesar da gravidade das acusações, a equipe de Kamala Harris ainda não se manifestou oficialmente. Observadores políticos sinalizam que o momento da denúncia pode estar ligado à estratégia de Trump para recuperar influência antes das eleições de meio de mandato de 2026, além de enfraquecer vozes progressistas alinhadas às celebridades envolvidas.

Especialistas em financiamento de campanhas sugerem que, caso os fundos tenham sido repassados por canais privados sem a devida transparência, o caso merece investigação rigorosa. Um estrategista republicano apontou que o episódio pode abrir um debate maior sobre a influência das celebridades na política e a necessidade de maior clareza nas campanhas eleitorais.

Enquanto isso, apoiadores de Trump ecoam o pedido por responsabilização, alertando que, se comprovadas, tais práticas configurariam graves violações das leis eleitorais. A controvérsia reacende a tensão entre figuras conservadoras e a elite de Hollywood, deixando em aberto se haverá desdobramentos legais ou se o episódio ficará restrito à esfera política.

O que está em jogo

O foco agora volta-se para as celebridades que emprestaram seus nomes — e possivelmente recursos financeiros — à campanha de Kamala Harris, em Toronto, Canadá, e em outras localidades, levantando questões sobre ética, transparência e o papel dos influenciadores políticos na construção das eleições modernas.

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