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As drag queens de RuPaul com os maiores patrimônios no mundo drag

As drag queens de RuPaul com os maiores patrimônios no mundo drag

Conheça as estrelas de RuPaul’s Drag Race que transformaram talento em impérios milionários

RuPaul’s Drag Race não é apenas um reality show: é o palco onde talentos se transformam em verdadeiras potências da cultura drag e do entretenimento. Ao longo de suas 17 temporadas nos Estados Unidos, o programa revelou artistas que conquistaram fama, respeito e, claro, fortunas consideráveis. Vamos mergulhar no universo das drag queens que mais brilharam — e faturaram — após o sucesso na competição.

O poder do drag e a ascensão financeira

Violet Chachki, vencedora da sétima temporada, construiu um império que ultrapassa os US$ 2,5 milhões. Além do título, Violet é reconhecida como performer burlesca, modelo de passarelas internacionais como a Milan Fashion Week e estrela de campanhas icônicas, como a da Bettie Page Lingerie. Sua versatilidade também inclui carreira musical e aparições em vídeos famosos, consolidando sua imagem além do palco do Drag Race.

Derrick Barry, com patrimônio estimado em US$ 3 milhões, é a rainha das imitações da Britney Spears e conquistou fama mundial com turnês internacionais e participações em videoclipes de artistas como Eminem e Katy Perry. Sua trajetória começou antes do Drag Race, com uma semifinal no America’s Got Talent, mostrando que o talento de Derrick ultrapassa fronteiras.

Alyssa Edwards, outra queridinha do público, também possui US$ 3 milhões. Sua fama transcende o programa, com uma série web própria e o comando de uma academia de dança que virou foco do documentário Dancing Queen, disponível na Netflix. Seu sucesso é um exemplo inspirador de empreendedorismo dentro da comunidade LGBTQIA+.

Ícones que construíram legados

Chad Michaels, com o mesmo valor estimado, é conhecido por sua impressionante imitação de Cher e por participações em séries de TV. Alaska Thunderfuck, lendária por sua irreverência e talento musical, soma US$ 3,4 milhões e protagoniza projetos que vão além do Drag Race, incluindo álbuns e web séries.

Bianca Del Rio, vencedora da sexta temporada, é um exemplo de como o humor ácido pode ser um caminho para o sucesso. Com US$ 4 milhões em patrimônio, ela é a primeira drag queen a se apresentar no Wembley Arena e estrela uma franquia de filmes que viralizou entre os fãs.

Courtney Act e Michelle Visage, ambas com US$ 5 milhões, mostraram que o talento no palco pode ser expandido para diversas mídias. Courtney, além de cantora e atriz, venceu o Celebrity Big Brother UK e apresenta podcasts e programas de TV. Michelle, embora não tenha competido, é a figura icônica do júri, com uma carreira musical e televisiva invejável.

Drag queens que são verdadeiras empreendedoras

Adore Delano, com US$ 6 milhões, provou que desistir não significa fracasso. Sua carreira musical e extensa agenda de turnês pelo mundo consolidaram sua força na cena drag internacional.

Trixie Mattel, com impressionantes US$ 10 milhões, é um fenômeno. Além de vencer o All Stars 3, ela é dona de uma linha de cosméticos, co-proprietária de um bar gay em Wisconsin e estrela de séries na Netflix junto com Katya Zamolodchikova. Seu talento multifacetado e sua autenticidade conquistaram não apenas fãs, mas um império que inspira a comunidade LGBTQIA+.

O ícone máximo: RuPaul

RuPaul, com um patrimônio estimado em US$ 60 milhões, é a personificação do sucesso e da representatividade drag. Criador e apresentador do programa que revolucionou o entretenimento LGBTQIA+, RuPaul acumula prêmios Emmy, um Tony e atua em produções que atravessam gerações e geografias. Sua influência é monumental, abrindo portas e corações para toda uma comunidade.

Essas histórias mostram que o talento drag vai muito além do palco. São trajetórias de luta, brilho e empreendedorismo, que inspiram LGBTQIA+s a acreditarem no poder da autenticidade e da arte como ferramentas de transformação social e pessoal.

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