Diversidade, representatividade e histórias de superação marcam a nova temporada do reality drag britânico
O palco está pronto para a sétima temporada do Drag Race UK, o reality que reúne as mais incríveis drag queens do Reino Unido em uma disputa acirrada pela coroa de superestrela drag. Nesta edição, a diversidade e a representatividade ganham força, com a participação de artistas negras e trans que trazem suas histórias de vida e cultura para iluminar o programa.
Diversidade que inspira e transforma
Nyongbella, uma queen camaronense radicada em Londres, é uma das participantes que tem chamado atenção. Autointitulada “boneca Bratz em tamanho real” e “Transerella”, ela é a terceira concorrente transgênero da versão britânica do reality. Para Nyongbella, mostrar diversidade é essencial. Vinda de um lugar onde ser queer ainda é um grande desafio, ela acredita que sua presença no programa dá força para quem se sente invisível.
A trajetória de Nyongbella no drag começou quase que por acaso, com seu amor por fotos, roupas e cabelos extravagantes. Em apenas dois anos, ela desenvolveu sua persona e encarou a audição única que a catapultou para o sucesso. Desde então, tem recebido mensagens emocionadas de fãs que se identificam com sua luta e sua autenticidade.
Raízes africanas e cultura pop negra
Outra participante que encanta é Tayris, de Brighton, que define seu drag como uma homenagem ao pop negro feminino. Inspirada por ícones como Janelle Monáe, Janet Jackson, Megan Thee Stallion e Beyoncé, ela também carrega no coração a influência poderosa da irmã, que foi seu exemplo de mulher negra forte.
Tayris enfrentou desafios pessoais, incluindo o sistema de acolhimento, que a ensinou a transformar obstáculos em crescimento pessoal. Ela sonha em avançar na competição para participar do desafio de makeover com a atriz Dani Harmer, conhecida pela série britânica “Tracy Beaker”, que retrata a vida em lares de acolhimento infantil.
Representando o Norte da Irlanda e a força da juventude
Elle Vosque, de Belfast, traz para o palco sua paixão pela moda e o orgulho de representar a comunidade drag do Norte da Irlanda. Com apenas 22 anos, ela conciliou estudos em moda e trabalho em fast food até receber o convite para participar do programa. Para Elle, o desafio é intenso, mas a experiência já vale a pena.
Assim como Tayris, Elle está ansiosa pelo desafio de makeover e adoraria interagir com Dani Harmer. Além disso, ela gostaria de ver a apresentadora Alison Hammond no elenco, por sua energia contagiante e carisma.
Legado e emoção na temporada
Esta edição é marcada também pela ausência sentida de The Vivian, vencedora da primeira temporada, que faleceu recentemente. As participantes reconhecem o impacto e o legado deixados por essa queen, que elevou o padrão do que significa ser uma superestrela drag no Reino Unido.
Com histórias que atravessam continentes, identidades e desafios, as queens desta temporada de Drag Race UK representam a força da comunidade LGBTQIA+ e a beleza da diversidade. Elas não apenas buscam a coroa, mas também a chance de inspirar e transformar vidas ao redor do mundo, provando que a arte drag é um poderoso manifesto de liberdade e expressão.
Drag Race UK vai ao ar às 21h, horário de Brasília, no BBC Three, com episódios disponíveis no iPlayer para quem quiser se encantar e se emocionar com cada batalha, desfile e performance dessas incríveis artistas.
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