O segundo eclipse lunar total de 2025 acontece em setembro, mas será invisível no Brasil e em grande parte da América Latina
Um dos fenômenos astronômicos mais hipnotizantes do ano acontecerá na primeira semana de setembro: o segundo eclipse lunar total de 2025, conhecido popularmente como Lua de Sangue. No entanto, apesar do fascínio que esse evento provoca ao redor do mundo, quem vive no Brasil e em grande parte da América Latina vai perder a chance de acompanhar esse espetáculo celestial na íntegra.
O que é a Lua de Sangue e quando ocorrerá?
A Lua de Sangue acontece quando a Terra se posiciona exatamente entre o Sol e a Lua, bloqueando a luz solar direta que normalmente ilumina nosso satélite natural. Nesse alinhamento perfeito, a sombra do nosso planeta cobre totalmente a Lua, e a luz que atravessa a atmosfera terrestre, filtrada e refratada, colore a Lua com tons avermelhados e alaranjados. Essa coloração intensa é o que dá o nome ao fenômeno.
O eclipse lunar total de setembro terá início na tarde do domingo, 7 de setembro, com a fase parcial que começa às 13h27 (horário de Brasília). A Lua alcançará seu ponto máximo de eclipse às 15h11, e o fenômeno se encerrará por completo às 17h55. Essa fase total durará cerca de uma hora e 22 minutos, tornando-se o eclipse lunar mais longo do ano e o mais extenso desde 2022.
Por que o eclipse não será visível no Brasil?
Infelizmente, a segunda Lua de Sangue do ano não poderá ser apreciada em sua totalidade no Brasil. A visibilidade total do evento estará restrita a regiões da Europa, Ásia, Austrália e África. Em partes do oeste da América do Norte, leste da América do Sul e algumas áreas do Pacífico, o eclipse será visto apenas parcialmente.
Para a comunidade LGBTQIA+ do Brasil que ama contemplar as maravilhas do cosmos, essa notícia pode ser decepcionante, mas ainda é uma oportunidade para celebrar a imensidão e a conexão universal que o universo nos proporciona.
O que influencia a cor da Lua durante o eclipse?
A intensidade do vermelho da Lua durante o eclipse varia conforme a quantidade de partículas e nuvens presentes na atmosfera terrestre. Quanto mais poluído ou carregado de poeira o ar estiver, mais vibrante será a coloração avermelhada. Isso significa que cada eclipse lunar é único, uma obra de arte natural pintada pela atmosfera do nosso planeta.
Mesmo sem a possibilidade de ver a Lua de Sangue de setembro diretamente, este fenômeno nos lembra da beleza e da diversidade do universo que atravessamos e da importância de mantermos o olhar atento para as maravilhas naturais que inspiram nossa comunidade LGBTQIA+ a buscar brilho, autenticidade e transformação.