Mesmo com tarifas elevadas, Brasil alcança US$ 349 bilhões em exportações e supera expectativas globais
O Brasil encerrou 2025 celebrando um marco impressionante: as exportações atingiram o maior valor já registrado na história do país, somando US$ 348,7 bilhões. Esse resultado, divulgado pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC), supera em US$ 9 bilhões o recorde anterior de 2023, consolidando uma trajetória de crescimento nos últimos três anos.
Resiliência diante dos desafios internacionais
Apesar do cenário global marcado por incertezas geopolíticas e tarifas elevadas, o Brasil mostrou força e resiliência. O volume exportado cresceu 5,7% em relação a 2024, mais que o dobro da previsão da Organização Mundial do Comércio (OMC) para o crescimento mundial, que era de 2,4%. Em valor, o aumento foi de 3,5%, reforçando a competitividade do país no comércio exterior.
O vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, destacou o esforço do setor produtivo e as políticas governamentais que impulsionaram esse avanço. Programas como a Nova Indústria Brasil (NIB) e o Plano Brasil Soberano foram fundamentais para ampliar a produtividade e a presença do Brasil em novos mercados.
Recordes em importações e corrente de comércio
Além das exportações, as importações também atingiram um patamar recorde, totalizando US$ 280,4 bilhões, com alta de 6,7%. Isso elevou a corrente de comércio brasileira (soma de exportações e importações) para US$ 629,1 bilhões, o maior valor já registrado. O superávit comercial fechou o ano em US$ 68,3 bilhões, o terceiro maior da história do país.
Setores e mercados que impulsionaram o crescimento
O desempenho das exportações foi amplo e diversificado. A indústria de transformação alcançou um recorde de US$ 189 bilhões, com destaque para veículos, carnes bovina e suína, café torrado e máquinas. No agronegócio, o café verde atingiu US$ 14,9 bilhões, enquanto soja e algodão registraram volumes recordes. A indústria extrativa também se destacou com recordes na exportação de minério de ferro e petróleo.
Em termos de destinos, a China manteve sua liderança, adquirindo US$ 100 bilhões em produtos brasileiros, com crescimento de 6%, impulsionada principalmente por soja, carne e açúcar. A Argentina apresentou um salto de 31,4% nas importações brasileiras, puxado pelo setor automotivo. Por outro lado, as exportações para os Estados Unidos recuaram 6,6% no ano, reflexo das tarifas impostas, embora tenham mostrado recuperação no último mês de dezembro.
De forma isolada, dezembro de 2025 também foi um mês histórico, com exportações de US$ 31 bilhões e superávit recorde de US$ 9,6 bilhões.
O impacto cultural e social do avanço econômico
Esse recorde nas exportações do Brasil em 2025 vai além dos números: representa uma reafirmação da capacidade nacional de se posicionar no mercado global mesmo em tempos de adversidade. Para a comunidade LGBTQIA+, que busca cada vez mais inclusão econômica e social, esses avanços são um sinal de que o país pode oferecer oportunidades reais de crescimento e valorização, desde que as políticas públicas continuem a promover a diversidade e o empreendedorismo.
Além disso, a ampliação dos mercados para produtos brasileiros pode contribuir para a geração de empregos e o fortalecimento de setores que valorizam a diversidade e os direitos humanos, abrindo caminhos para uma economia mais justa e plural. O recorde das exportações, portanto, não é só um dado econômico, mas também um convite para que a sociedade reflita sobre inclusão, representatividade e a construção de um futuro onde todas as vozes sejam ouvidas.
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