Jovem de 19 anos teria planejado atentados inspirados no ataque de Pulse, visando locais LGBTQIA+ em Detroit
Um jovem de 19 anos foi preso nos Estados Unidos após ser acusado de planejar ataques a bares gays em Detroit, inspirados no trágico atentado ao clube Pulse em Orlando, Florida. O suspeito, identificado como Milo Sedarat, é filho do renomado poeta iraniano-americano e professor Roger Sedarat, que não está envolvido nas acusações.
As autoridades afirmam que Milo teria sido influenciado por propaganda do Estado Islâmico para arquitetar os ataques, que seriam realizados na noite de Halloween, buscando atingir a comunidade LGBTQIA+ local. A prisão ocorreu na casa do pai do jovem, em Montclair, New Jersey, em uma operação conjunta do FBI e do departamento de inteligência da polícia de Nova York.
Conexões e outros suspeitos
Outro jovem de 19 anos, Tomas Kaan Guzel, também foi detido em Montclair. Em seu telefone, foram encontrados materiais extremistas e um plano que mencionava um ataque semelhante ao atentado de Boston. Guzel foi preso no aeroporto internacional de Newark, onde tentava embarcar para a Turquia, com destino final à Síria.
As investigações indicam que os dois estariam ligados a um plano terrorista maior descoberto em Michigan, que também envolvia outros suspeitos. Entre eles, Mohmed Ali, de 20 anos, acusado de fornecer armas para ataques em bares gays de Detroit, planejados para a mesma data.
Impacto e repercussão
O ataque ao Pulse, ocorrido em 2016, deixou 49 mortos e 53 feridos, sendo o mais letal ato terrorista contra a comunidade LGBTQIA+ nos EUA desde o 11 de setembro. A notícia das prisões chocou moradores de Montclair, que relataram intensa movimentação policial no bairro, com agentes fortemente armados e diversos veículos oficiais.
As autoridades continuam monitorando a situação e aguardam que os suspeitos compareçam ao tribunal federal em New Jersey para responder às acusações. Durante as buscas em Detroit, foram apreendidos rifles, pistolas, escopetas, munições, equipamentos táticos e câmeras GoPro, demonstrando a gravidade dos planos.
Este caso evidencia a persistência da ameaça a espaços seguros para pessoas LGBTQIA+ e reforça a importância da vigilância constante para proteger a comunidade. A mobilização das forças de segurança para evitar esses ataques é um alívio, mas também um lembrete doloroso das vulnerabilidades enfrentadas.
Para a comunidade LGBTQIA+, a memória do ataque ao Pulse ainda é uma ferida aberta, e cada nova ameaça reacende o medo e a necessidade de união e resistência. É fundamental que possamos celebrar nossos espaços com liberdade, segurança e amor, enquanto enfrentamos juntos as sombras do ódio e do preconceito.
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