Mães lésbicas têm filhos felizes e saudáveis, revela estudo feito ao longo dos últimos 22 anos que foi divulgado nesta segunda-feira (22) nos Estados Unidos.
O estudo, o mais importante já realizado com mães lésbicas no país, mostra que é a discriminação e não a orientação sexual que prejudica as crianças. Para realizar o estudo, publicado no American Journal of Orthopsychiatry e Journal of Lesbian Studies, os pesquisadores entrevistaram crianças com 10 anos de idade e que foram concebidas por inseminação artificial.
De acordo com o estudo, os efeitos adversos da discriminação foram significativamente reduzidos quando as mães, escolas e comunidades incentivaram o respeito à diversidade. “Os dados deste estudo concluem que as crianças que cresceram em famílias formadas por duas mães são saudáveis, felizes e ativas”, disse a Dra. Nanette Gartrell, uma das responsáveis pelo estudo. “Essas mães criaram um ambiente de amor e seguro onde seus filhos puderam crescer e prosperar. Até mesmo os efeitos negativos da homofobia foram reduzidos quando as mães agiram ativamente em sua comunidade e quando as crianças estudaram em escolas onde a diversidade era incentivada”, acrescentou a pesquisadora.
A questão das famílias formadas por mães homossexuais esteve em discussão na Grã-Bretanha este ano, quando o Parlamento do país revisou a lei de Fertilidade Humana e Embriologia, que agora permite que ambos os membros de um casal do mesmo sexo sejam reconhecidos como pais legais de uma criança nascida através da reprodução assistida.
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