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Filme ‘A História do Som’ traz romance gay na Primeira Guerra Mundial

Filme 'A História do Som' traz romance gay na Primeira Guerra Mundial

Paul Mescal e Josh O’Connor protagonizam drama LGBTQIA+ que estreia no Festival de Cannes

O cinema está prestes a ganhar uma obra emocionante e sensível que retrata um romance gay ambientado no início do século 20. A História do Som, dirigido por Oliver Hermanus, promete tocar o coração de quem busca narrativas LGBTQIA+ profundas e cheias de significado.

Com Paul Mescal e Josh O’Connor no elenco principal, o filme acompanha o encontro de dois homens durante a Primeira Guerra Mundial, em 1916, dentro de um conservatório. A conexão entre eles se aprofunda ao longo dos anos e, três anos depois, eles embarcam numa jornada juntos para registrar canções folclóricas na Nova Inglaterra, nos Estados Unidos.

Um romance em tempos difíceis

O longa é inspirado em uma história curta de Ben Shattuck, que capta de forma delicada as nuances de um amor proibido em um contexto marcado pela guerra e pelo preconceito. A trajetória dos personagens reflete os desafios e a força do amor LGBTQIA+ em tempos onde a liberdade ainda era um sonho distante.

Oliver Hermanus, que já recebeu a Queer Palm, prêmio dedicado a produções LGBTQIA+ no Festival de Cannes, volta a explorar temas sensíveis e necessários para a comunidade com A História do Som. A obra estreia no Festival de Cannes em 21 de maio, concorrendo à Palma de Ouro, o que aumenta a expectativa para um filme que pode ser um marco de representatividade e qualidade artística.

Paul Mescal e Josh O’Connor: talento à serviço da representatividade

Os protagonistas, Paul Mescal e Josh O’Connor, são nomes que vêm se destacando em produções que abordam questões LGBTQIA+ com profundidade e autenticidade. A química entre eles é fundamental para dar vida a essa história de amor que atravessa o tempo e as adversidades.

Para o público LGBTQIA+, A História do Som surge como uma obra que celebra o amor em suas múltiplas formas, reforçando a importância de contar histórias que refletem nossa diversidade e resiliência.

Fique de olho: a estreia no Festival de Cannes pode abrir caminho para que esse filme ganhe destaque mundial e chegue ao Brasil, enriquecendo ainda mais a cultura queer no cinema.

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