Phi Alpha Gamma surge para preencher vazio de representatividade LGBTQIA+ na vida grega da Universidade de Cincinnati
Na Universidade de Cincinnati (UC), três estudantes se uniram para transformar a cena universitária ao criarem uma fraternidade queer não oficial que acolhe todxs sem barreiras.
Grayson Castellucci, Seth Rane e Eddy Risimini perceberam que, apesar de existirem fraternidades LGBTQIA+ em outros lugares, faltava um espaço genuinamente inclusivo e descomplicado em sua própria universidade. Em uma noite de abril de 2025, a ideia de fundar a Phi Alpha Gamma nasceu para oferecer um refúgio onde a diversidade não fosse apenas aceita, mas celebrada.
Um espaço para todxs, sem burocracia
Diferente das tradicionais fraternidades, a Phi Alpha Gamma foi pensada para eliminar as barreiras que costumam afastar pessoas queer e aliados da vida grega. Sem mensalidades, sem burocracia excessiva e com uma dinâmica divertida de integração — como construir casas no Minecraft para os calouros — o grupo quer ser um espaço leve, acolhedor e aberto.
“Queríamos um lugar para quem normalmente não se sentiria bem-vindx numa fraternidade”, explica Castellucci. A fraternidade aceita todes, independente de orientação sexual ou identidade de gênero, reafirmando o compromisso de inclusão e diversidade.
Construindo comunidade e legitimidade
Embora ainda não tenha reconhecimento oficial da universidade, Phi Alpha Gamma segue firme em sua missão. Os fundadores buscam parcerias com organizações locais, como uma unidade do Planned Parenthood, para integrar ações filantrópicas ao grupo, compondo um perfil que se aproxima do modelo tradicional das fraternidades.
O desafio de se tornar parte do conselho nacional de fraternidades é real, principalmente por serem independentes, mas a prioridade deles é fortalecer o senso de pertencimento e comunidade entre seus membros.
Representatividade que transforma
Phi Alpha Gamma não é apenas uma fraternidade; é um movimento que oferece um espaço seguro para que estudantes LGBTQIA+ e aliados possam se encontrar, trocar experiências e construir amizades verdadeiras.
Castellucci reforça: “É uma comunidade para conhecer pessoas, fazer amigos e ter um espaço onde você se sinta em casa, com pessoas que compartilham essa vivência.”
Essa iniciativa mostra como a representatividade e o acolhimento são fundamentais para transformar ambientes universitários, proporcionando a jovens queer a oportunidade de viver plenamente suas identidades sem medo ou exclusão.
Na luta por espaços de pertencimento, a criação da fraternidade Phi Alpha Gamma na UC é um marco de resistência e celebração, reforçando que a vida grega pode — e deve — ser um lugar onde todxs são bem-vindos, respeitados e empoderados.
É inspirador ver como a união e a coragem de três estudantes provocaram uma mudança que transcende as paredes da universidade, reafirmando a importância da diversidade para fortalecer não só a comunidade LGBTQIA+, mas toda a sociedade.
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