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got — por onde andam os jovens de Game of Thrones

Os 15 anos de Game of Thrones reacenderam a curiosidade sobre o elenco mirim da série. Veja quem seguiu na TV e quem mudou de rumo.
got — por onde andam os jovens de Game of Thrones

Os 15 anos de Game of Thrones reacenderam a curiosidade sobre o elenco mirim da série. Veja quem seguiu na TV e quem mudou de rumo.

O termo got voltou a subir nas buscas no Brasil nesta semana por causa dos 15 anos de Game of Thrones, série lançada pela HBO em 2011 e transformada em fenômeno global. No embalo do aniversário, fãs brasileiros passaram a procurar especialmente por onde andam os atores que eram crianças ou adolescentes quando a produção começou.

Por que Game of Thrones voltou ao centro das conversas?

Mesmo anos após o fim, Game of Thrones segue como uma referência da cultura pop. A série acumulou audiência recorde e 59 prêmios Emmy, além de lançar ou consolidar nomes como Emilia Clarke e Kit Harington. Agora, com a marca de 15 anos do primeiro episódio, a nostalgia falou alto — e isso ajuda a explicar por que a sigla got apareceu entre os assuntos em alta.

Parte desse interesse tem um motivo bem humano: acompanhar o crescimento de artistas que o público viu amadurecer em tela. No caso do elenco jovem, os caminhos foram bem diferentes. Alguns seguiram firmes em Hollywood. Outros trocaram os holofotes por estudos, teatro, tecnologia, música ou até negócios fora do audiovisual.

Quem seguiu na atuação depois da série?

Sophie Turner, que tinha 13 anos quando estreou como Sansa Stark, é um dos casos mais visíveis. Depois de permanecer nas oito temporadas, ela atuou em produções como Joan e The Staircase, e agora está escalada para viver Lara Croft na série de Tomb Raider do Prime Video.

Maisie Williams, que tinha 12 anos ao assumir Arya Stark, também continuou bastante ativa. Após o fim da série, falou sobre a dificuldade de atravessar essa transição, mas ampliou sua atuação para cinema, moda e tecnologia. Entre seus trabalhos estão The New Mutants, Two Weeks to Live, Pistol e The New Look. Em 2019, ela ainda cofundou a plataforma criativa Daisie.

Jack Gleeson, lembrado pelo odiado Joffrey Baratheon, se afastou por um período da atuação em grandes telas depois da morte de seu personagem. Ele estudou filosofia e teologia no Trinity College Dublin e retornou à carreira em 2020. Desde então, apareceu em títulos como The Sandman e House of Guinness.

Bella Ramsey, que despontou como Lyanna Mormont aos 10 anos, talvez seja hoje o nome mais celebrado dessa geração. Depois de Game of Thrones, estrelou The Worst Witch, dublou a protagonista de Hilda e ganhou ainda mais reconhecimento como Ellie em The Last of Us. Pessoa não binária, Bella usa pronomes neutros em inglês e recebeu indicações ao Emmy em 2023 e 2025.

Um nome que importa para a comunidade LGBTQ+

A trajetória de Bella Ramsey tem peso especial para muita gente LGBTQ+, inclusive no Brasil. Em uma indústria ainda marcada por pressão estética e normas rígidas de gênero, ver uma artista não binária ocupar o centro de duas das maiores produções da HBO ajuda a ampliar repertórios de representação. Isso não apaga os desafios, claro, mas mostra que visibilidade e talento podem caminhar juntos em espaços de enorme alcance.

Outros nomes também seguiram trabalhando em frente às câmeras. Lino Facioli, o Robin Arryn, esteve em Sex Education e em Masters of the Air. Aimee Richardson, que interpretou Myrcella Baratheon, continuou atuando em produções como Fright Shorts, The Break e Haunted Ulster Live. Brenock O’Connor, o Olly, emendou papéis em Alex Rider e no musical Sing Street, além de investir em música sob o nome McGovern.

Quem preferiu outros caminhos longe do estrelato?

Nem todo mundo quis permanecer no ritmo intenso da fama. Isaac Hempstead Wright, que viveu Bran Stark desde os 10 anos, decidiu priorizar os estudos e cursou neurociência na University College London. Depois de uma breve volta ao cinema em Voyagers, passou a se dedicar ao trabalho na área científica, com atuação em treinamento clínico, segundo relatos citados pela imprensa britânica.

Kerry Ingram, a Shireen Baratheon, atuou em Free Rein e depois direcionou sua energia para a escrita, o teatro e atividades ligadas à Berkshire Arts Academy. Eros Vlahos, que interpretou Lommy Greenhands, seguiu atuando, mas também migrou para a escrita e direção. Seu curta Meat Puppet estreou no SXSW 2024 e venceu o Prêmio Especial do Júri e o Prêmio do Público.

Art Parkinson, o Rickon Stark, conciliou a atuação com um trabalho como barista no café da família, o The Coffe Tree. Ben Hawkey, conhecido como Hot Pie, fez uma mudança ainda mais literal para o universo da comida e abriu em Londres a padaria pop-up You Know Nothing John Dough. Já Callum Wharry, o primeiro Tommen Baratheon, se afastou da atuação desde sua passagem pela série.

Essas trajetórias tão diferentes ajudam a explicar o fascínio renovado do público. Em vez de uma história única de sucesso ou fracasso, o que aparece é um mosaico de vidas pós-fama — com escolhas profissionais, pausas, reinvenções e novas prioridades.

Na avaliação da redação do A Capa, o retorno de got aos trends mostra como aniversários de obras marcantes funcionam como gatilho de memória afetiva, especialmente entre públicos que cresceram acompanhando essas séries online. Quando esse reencontro inclui nomes como Bella Ramsey, também abre espaço para discutir representação de gênero e diversidade em franquias de alcance global, algo que segue relevante para a audiência LGBTQ+ brasileira.

Perguntas Frequentes

Por que got está em alta no Brasil?

Porque Game of Thrones completou 15 anos, reacendendo buscas sobre a série, cenas marcantes e o destino do elenco jovem.

Quem do elenco mirim de Game of Thrones fez mais sucesso depois?

Sophie Turner, Maisie Williams e Bella Ramsey estão entre os nomes que mais mantiveram destaque em TV e cinema após a série.

Bella Ramsey se identifica como pessoa não binária?

Sim. Bella Ramsey é uma pessoa não binária e usa pronomes neutros em inglês, informação amplamente citada em sua cobertura pública.


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